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7 dicas para escolher o seu personaltrainer

Atualizado em 12 de março de 2019
7 dicas para escolher o seu personaltrainer

Profissional elenca alguns cuidados e importantes recomendações para escolher o melhor

Com o verão, a busca pelo corpo ideal entra na agenda de milhões de brasileiros. Na lista de objetivos estão a melhora da qualidade de vida e do bem-estar, a perda de quilos e centímetros na cintura, um corpo mais definido, etc. Para atingir estas metas de maneira mais ágil e qualificada, muitas pessoas contratam um personaltrainer.

Entretanto, a busca por esse tipo de profissional nem sempre é fácil. O coach e educador físico Cristiano Parente, eleito em 2014 o melhor PersonalTrainer do Mundo pela Life Fitness Mundial, alerta que várias questões como planejamento, habilitação profissional e conhecimento devem fazer parte da seleção de quem está em busca dessa ajuda.

“O ideal é selecionar um profissional que seja habilitado e qualificado, através da graduação, pós-graduação e cursos de aperfeiçoamento, pois é este conhecimento que fará com que seu cliente alcance seus objetivos com saúde e de forma definitiva”, recomenda.

Confira sete dicas e orientações do coach e educador físico Cristiano Parente que servirão para auxiliar no momento da contratação de um personaltrainer:

1. Procure um profissional habilitado:

“Todo personaltrainer precisa ser registrado no Conselho Regional de Educação Física. É uma obrigação legal e todos que têm registro estão autorizados a trabalhar na área. Sem esse registro, não pode atuar. Esse é o primeiro requisito”.

2. O profissional deve preservar a sua saúde

“Preservar a saúde acima de tudo. Esse deve ser o lema do bom personaltrainer. A primeira coisa a se levar em conta, quando se fala em atividade física, é a saúde. Estética faz parte da saúde mental e não deve se sobrepor à saúde física. A utilização de substâncias ilegais pode trazer risco à saúde e fazer mal ao corpo. E o profissional que indica estes produtos não está preocupado com a saúde, além de fugir da ética da profissão. Então cuidado, dê preferência ao personal que respeita os seus limites e traça objetivos que estejam envolvidos de maneira saudável no dia a dia. Somos profissionais de saúde!”.

3. Qualificação

“Na hora de contratar um personal, pergunte sobre sua formação, faculdade, os cursos que já fez e como ele se atualiza. Verifique se é um profissional que se atualiza com frequência ou se parou no tempo e já está defasado. Numa comparação, você não gostaria de, por exemplo, fazer uma cirurgia de joelho com um médico que utiliza técnicas da década de 70, certo? Então, certifique-se de que o personal que está contratando utiliza técnicas atuais, mais modernas e eficientes. O profissional deve estar atualizado com relação ao exercício, corpo, envolvimento, adesão, aderência, psicologia, etc. O aluno deve procurar um personal que entenda de pessoas como elas são hoje, que a cada dia esteja se renovando, fazendo cursos e especializações constantemente”.

4. O bom profissional transmite conhecimento

“Para identificar melhor o bom profissional, é importante observar que o personal que ensina, transmite o conhecimento relacionado com o exercício, com o corpo, faz a pessoa entender o esforço que ela está fazendo, de modo que se sinta confortável e entenda melhor as execuções dos movimentos. Dessa forma, o aluno pode compreender como conseguirá alterar o seu corpo. Então, a dica é um profissional que se dedique e se preocupe com a transmissão de conhecimento, que não apenas mande fazer os exercícios”.

5. Histórico profissional

“Mais um item interessante é conhecer os locais onde o profissional já trabalhou, o que ele já fez, quais são as instituições que ele criou ou mantém vínculo, e até mesmo perguntar se ele tem algum método desenvolvido. Observe a divulgação do trabalho dele nas mídias sociais. Veja como ele se divulga e divulga o trabalho dele: se é de maneira voltada para a saúde e bem-estar ou se não tem tanto compromisso com esse lado. Enfim, procure saber mais o histórico do profissional que você pretende contratar, assim como fazemos quando procuramos um médico”.

6. Especialidade: um profissional para cada público

“Sobre a especialidade, todo profissional tem o seu público específico. Aquele que trabalha com qualquer público não conhece em profundidade todos os públicos. Novamente, cabe o exemplo da medicina. O médico que cuida da pele não é o médico que cuida do coração. Da mesma forma, o profissional que cuida do idoso e se dedica a cuidar muito bem desse público, não será muito bom, por exemplo, para cuidar de crianças. Para atender bem ao idoso, o profissional demandará o tempo dele focando nos estudos e atualizações relacionadas a este público, na psicologia para essa faixa. Então procure um profissional que seja especializado naquilo que você tenha interesse”.

7. Planejamento e evolução

“Para ter um bom profissional ao seu lado, ao conversar com ele você pode perguntar: existe um planejamento? Existe um tempo de planejamento? Como se dará a evolução ao longo do treino? Em quanto tempo ocorrerá cada transformação ao longo do treino? As respostas que o corpo dará dependerão do envolvimento do aluno, claro, mas o aluno deve saber o que o profissional planejou e quais mudanças devem acontecer ao longo de um determinado período. O profissional deve fazer uma periodização do treino, explicando cada etapa ao aluno, deixando-o confortável e seguro”, finaliza Cristiano Parente.

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