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Treino Core: por que treinar e o que é isso, afinal?

Atualizado em 18 de março de 2019
Treino Core: por que treinar e o que é isso, afinal?

Você já deve ter ouvido falar sobre Treino Core, mas sabe o que é? Vamos explicar agora

Muitas pessoas já conhecem o tal do Core. Aquela região do nosso corpo composta de 29 pares de músculos que suportam o complexo “lombo-pélvica-quadril”. O que falta, agora, é incluí-lo no programa de treinos.

“Ter o core fortalecido é essencial para um maior controle corporal, ter uma boa postura e para prevenir ou tratar lesões”, afirma Eduardo Silva, preparador físico do Espaço Ideal Fitness que completa: “treinar o core não é só fazer exercícios abdominais. É também exercitar as partes anteriores, laterais e posteriores do corpo, sem falar na musculatura mais profunda que é responsável pela estabilidade e pode ser bem treinada com exercícios isométricos (estáticos), que devem ser praticados antes até dos exercícios em movimento que se direcionam mais aos músculos superficiais (estéticos)”.

As vantagens vão muito além de uma barriga e uma cintura definidas (o que já é um benefício e tanto!), por que treinar o centro de força do corpo exige dos músculos abdominais, dorsais, glúteos e quadris.

Como é responsável pela sustentação do corpo e manutenção da postura durante os movimentos do dia a dia, ter um core firme e forte facilita a sua vida em todas as atividades que você pratica – de nadar e pedalar até amarrar o tênis e pegar um copo na prateleira mais alta do armário – porque melhora também flexibilidade, equilíbrio e coordenação motora. Quer saber como conseguir esses benefícios? O que não falta são opções de exercícios para trabalhar o core e colocar o seu corpo na linha.

“Exercícios que utilizam o peso do corpo são muito eficazes para desenvolver a força do core”, explica Eduardo Silva que lista alguns exercícios fáceis e simples para se fazer em casa:

  • Pranchas frontais, laterais e pontes.
  • Flexões e extensões de tronco: em pé ou deitado.
  • Exercícios estruturais (agachamento, avanços, flexões de braços, remadas em estabilização, elevações de quadril, etc)
  • Exercícios rotacionais: deitado e em pé – (mas cuidado com a coluna)

Eduardo faz um alerta: “é sempre muito importante dizer que nunca, em hipótese alguma, uma pessoa deve iniciar uma atividade física sem um acompanhamento de um profissional”.

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