Saúde

Pilates ajuda a tratar e prevenir a depressão

30 de setembro de 2016
Pilates ajuda a tratar e prevenir a depressão

Entre os benefícios estão o aumento da autoestima, relaxamento e diminuição do estresse

Segundo a OMS, 121 milhões de pessoas no mundo sofrem com a depressão. Uma das ferramentas que auxilia no tratamento da depressão é o Pilates, técnica que desenvolve mente e corpo por meio de exercícios físicos e alongamentos.

Alterações no apetite, humor e qualidade do sono, desânimo, baixa autoestima, cansaço de forma rápida e excessiva e dificuldades em se concentrar são alguns dos sintomas sofridos por pessoas que possuem esta doença.

Por sua vez, o exercício físico como a prática do Pilates, regula os neurotransmissores cerebrais, responsáveis por enviar o impulso nervoso de um neurônio ao outro, resultando em uma melhora nas conexões do cérebro.

Com os neurotransmissores regulados, a química cerebral é ajustada e hormônios como serotonina, que regula o humor, a endorfina, responsável por aumentar o bem-estar e a adrenalina, que regula a emoção são normalizados.

“O pilates é um método que conecta a mente e o corpo de forma tranquila, sem muito impacto. Ou seja, para indivíduos que se sentem muito cansados ou que possuem uma falta de interesse por atividades, como é o caso da depressão, a prática deste exercício não requer inicialmente que saiam tanto da sua zona de conforto. Mas aos poucos, quando começam a perceber os benefícios, se motivam a conseguir um aumento destas melhorias”, afirma Eduardo Silva, educador físico e sócio proprietário do Espaço Ideal Fitness.

O exercício garante uma melhora na autoestima, aumento da força física e disposição, maior consciência corporal, facilidade no ato de respirar, relaxamento consciente e diminuição do estresse.

Ainda de acordo com Silva, o Pilates não é efetivo apenas no momento em que a depressão se manifesta, mas, também é eficaz na prevenção. “As causas da depressão podem ser desde situações complicadas do cotidiano, como a morte de um parente, até doenças sistêmicas, efeitos colaterais de certos medicamentos e o fator genético. Portanto, não existe um padrão para adquirir esta doença, qualquer um está sujeito e o ideal é prezar a saúde e a qualidade de vida, não apenas quando os problemas nos atingem, mas inserir os exercícios de forma contínua em nossas rotinas”, finaliza.

 

Curta nossa página

Siga no Pinterest