5 dicas para dormir melhor, emagrecer e viver bem

Algumas dicas para melhor a qualidade do sono ajudarão a viver melhor e são simples de seguir

No Brasil, 40% da população sofre de insônia, um dos distúrbios do sono mais populares, que se caracteriza pelo esforço em iniciar este processo ou acordar durante a noite com dificuldade para voltar a dormir. Segundo dados da Associated Professional Sleep Societies (Associação Profissional das Sociedades do Sono), dedicada a pesquisas relacionadas ao tema em todo mundo, este problema faz parte da rotina de 10,2 a 40% da população mundial. Na capital paulista a taxa chega a cerca de 45%.

 

Dormir mal pode até mesmo te fazer ganhar peso por conta das alterações hormonais causadas pela falta de sono adequado. Mas os transtornos de sono também causam distúrbios do humor, dificuldades de concentração e memorização, além de doenças pulmonares, gastrointestinais e cardiovasculares, como a hipertensão.

 

“É muito importante saber que a insônia não é doença, é um sintoma. Ela é a manifestação de que algo não anda bem e deve ser investigado. É necessário levar em consideração fatores sociais, biológicos, psicológicos, cognitivos, comportamentais e até mesmo genéticos, que podem desencadear o quadro, explica a neurologista do Hospital Santa Paula Renata Simm.

Com o objetivo de alertar a população sobre estes problemas, a especialista dá dicas para melhorar a qualidade do sono:

 

  • – Dormir de 7 a 8 horas é o ideal para um sono reparador, levando a uma boa disposição durante o dia
  • – Ter uma dieta balanceada e comer alimentos leves, de fácil digestão, no período da noite
  • – Dormir com o abajur ou a TV ligada atrapalha na hora de dormir, pois a luminosidade e o barulho dos aparelhos oferecem estímulos que atrapalham o início, a qualidade e a duração do sono
  • – Usar roupas confortáveis para dormir com tecidos leves e mais frescos, de preferência de cores claras já que absorvem menos o calor
  • – Café, alimentos com cafeína ou que possam estimular o sistema nervoso devem ser evitados de 4 a 6 horas antes de dormir, pois levam o organismo a um estado de alerta e atrasa a sonolência