Saúde

Má digestão? A causa pode ser estresse

Atualizado em 28 de maio de 2015
Má digestão? A causa pode ser estresse

Será que aquela dor de estômago, queimação e dificuldade de digerir não começou por causa da correria do dia a dia?

Um estudo realizado recentemente e apresentado com o nome “Má digestão: hábitos e comportamentos”, mostrou que todos os entrevistados disseram apresentar esse tipo de problema pelo menos duas vezes por mês, mas apenas 7% buscam ajuda médica.

 

A pesquisa foi realizada pela marca Eparema, em parceria com a Associação Paulista de Fitoterapia, e analisou o impacto dos problemas digestivos na vida da população de São Paulo e do Rio de Janeiro. Entre as descobertas, 68% dos participantes acreditam que o estresse é o principal causador, sendo que a maioria declarou sofrer de azia, má digestão, gases, barriga estufada, prisão de ventre e empachamento pelo menos duas vezes ao mês. “Estamos vivendo numa época em que o dia precisaria ter muito mais do que 24 horas para as pessoas conseguirem cumprir todas as tarefas. O excesso de atividades dentro de uma rotina agitada causa uma série de impactos negativos à saúde. Entre eles está o estresse, que apresenta diferentes sintomas relacionados à digestão”, explica Vanderlí Marchiori, nutricionista, especialista em fitoterapia e vice-presidente da Associação Paulista de Fitoterapia.

 

Além do estresse, a alimentação inadequada, os exageros na comida ou na bebida e a pouca mastigação também foram citados pelos entrevistados como motivos que levam a terem problemas digestivos. Apesar de oito em cada dez pessoas se preocuparem com a alimentação, 47% não deixam de comer algo mesmo sabendo que poderá fazer mal. Por outro lado, 60% têm sentimento de culpa pelo consumo excessivo, sendo que, deste total, 70% são mulheres. A questão é que uma azia ou má digestão durante o dia pode afetar muito mais do que se imagina. Ainda segundo a pesquisa, os sintomas acabam impactando primeiramente na rotina de trabalho e, na sequência, nos momentos de lazer. Essa é a opinião principalmente de homens e mulheres entre 18 e 30 anos.

 

A nutricionista enxerga que as pessoas estão cada vez mais conscientes do que é ter um cotidiano saudável, mas, na prática, ela acredita que ainda há um longo caminho a ser percorrido, dado este também confirmado nos resultados da pesquisa: 90% disseram que podem ter uma alimentação mais saudável, equilibrando todos os nutrientes necessários e respeitando as quantidades permitidas, além de trocar cardápios calóricos por opções mais leves.

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