Saúde

Aspartame: a verdade sobre o adoçante artificial

17 de agosto de 2015
Aspartame: a verdade sobre o adoçante artificial

Vilão? Salvador? Cancerígeno? O aspartame anda imerso em boatos, mas nem tudo é real

 

Recentemente, um estudo realizado afirmou que o aspartame causaria câncer. O boato tomou conta da internet e fez muitas pessoas repensarem sobre o consumo de dietéticos (o que não é necessariamente ruim).

Apenas 1g de aspartame adoça 180 vezes mais do que a mesma quantidade (1g) de açúcar, o que faz com que ele seja muito utilizado por pessoas que querem renovar seus hábitos alimentares em busca de saúde.

No final de 2013 foram conduzidos estudos pela EFSA (European Food Safety Authority, Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos, em português) sobre o aspartame. Neles, especialistas examinaram os efeitos do aspartame em humanos e animais e concluíram que o adoçante não causa câncer, quando consumido em sua dose diária máxima recomendada de 40 miligramas por quilo de peso, destaca o especialista Jaime Garcia Dias.

Culpar o aspartame pode ser conveniente, mas não absolutamente correto. Pesquisas da FDA (Food and Drug Administration) comprovam que não existe ligação comprovada entre o consumo de aspartame e o câncer, embora seu uso seja um risco para quem sofre de fenilcetonúria, uma condição de sensibilidade à fenilalanina, um subproduto do aspartame.

Curta nossa página

Siga no Pinterest