Saúde

5 motivos para comer carne vermelha

30 de outubro de 2015
5 motivos para comer carne vermelha

Saudável, nutritiva e muito saborosa, ele pode e deve fazer parte de uma dieta equilibrada

Se você quer seguir um estilo de vida mais saudável, mas teme abrir mão de algumas coisas, saiba que o churrasquinho não é uma delas. Veja a seguir cinco motivos para incluir a carne vermelha na deita, segundo um estudo realizado pela Equilibrium Consultoria e com base em dados publicados pela revista Meat Science e o Novo Guia Alimentar para a População Brasileira.

 

1. Equilíbrio

O consumo de uma porção diária de carne é recomendado como parte de uma alimentação saudável pela Pirâmide Alimentar Brasileira. Uma porção de 100 gramas preparada grelhada contribui, em média, com 40% das necessidades diárias desse nutriente em uma dieta de 2.000 Kcal.

 

2. Proteína magra

As opções de cortes mais magros ajudam quem tem dietas mais restritas. Dentre as eles estão o filé mignon, lagarto, patinho, alcatra, maminha e coxão duro. Quando consumir cortes mais gordurosos, como a picanha e contrafilé, inclua vegetais, grãos e cereais integrais, além de preparações com menos sal.

 

3. Baixo risco

Uma extensa pesquisa sobre associação entre ácidos graxos e risco coronariano, com mais de 80 estudos, não foram identificaram evidências significativas de perigos relacionados ao consumo de gordura saturada, ou benefícios de outros tipos de gorduras, considerando o consumo alimentar e os níveis lipídicos na corrente sanguínea e no tecido adiposo dos voluntários.

 

4. Valor nutricional

A carne bovina é fonte de zinco e ferro (minerais) e vitamina B12. O zinco é necessário para um bom sistema imune e cicatrização e o ferro é essencial para a formação da homoglobina nas células vermelha do sangue. Vitaminas do complexo B atuam na manutenção do sistema nervoso e essa substância só é encontrada em fontes de origem animal.

5. Diversidade

Uma porção de carne bovina magra tem, praticamente, o mesmo valor nutricional da carne de frango sem pele e contêm proporções similares de gorduras saturada (45%) e monoinsaturada e poli-insaturadas (55%), estas duas últimas também chamadas de gorduras boas.

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