Todo mundo precisa comer. Isso é óbvio. Mas existe quem viva para comer e não coma para viver. Será que essas pessoas são viciadas em comida? É realmente possível que isso exista?

“A dependência alimentar não é universalmente reconhecida pelos profissionais da área médica, mas existem profissionais que acreditam, com base em sua visão das pesquisas atuais, que é um conceito que tem utilidade”, diz Chevese Turner, diretora de política e estratégia da National Eating Disorder Association dos EUA (NEDA).

Ao contrário do alcoolismo ou do vício em narcóticos, você não encontrará a dependência alimentar no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. No entanto, você encontrará programas semelhantes aos Alcoólicos Anônimos que tratam desse mal. Apesar do vício não ser reconhecido na comunidade médica, existem pessoas tentando “consertá-lo”.

E tudo ainda é bastante recente. Segundo o Dr. Dráuzio Varella, por meio de seu blog, a primeira descoberta relevante no campo da obesidade só aconteceu nos anos 1990, quando Coleman e Friedman relataram que certos ratos obesos eram insaciáveis, porque apresentavam um defeito genético nas células do tecido adiposo, que as tornava deficientes na produção de leptina – hormônio ligado à inibição do apetite.

Ou seja, ainda estamos engatinhando em termos científicos quando se fala sobre obesidade e problemas de desordem relacionada à comida. Alguns especialistas em distúrbios alimentares temem que um plano de tratamento que peça a supostos dependentes de alimentos que se abstenham de certos alimentos poderia estimular uma alimentação desordenada.

Os “sintomas” da dependência alimentar, de acordo com o Food Addicts Anonymous, são um pouco questionáveis. O site pergunta: “Você já tentou dietas diferentes ou programas de emagrecimento, mas nenhum funcionou de forma permanente? Você come em casa para ninguém ver você? Você evita interações sociais porque você acha que não parece bom o suficiente ou não tem as roupas apropriadas? ”

Todo gordo é viciado em comida?

A diferença entre pesquisa e fatshaming (quando se tenta envergonhar alguém por estar acima do peso) pode ser sutil a ponto de não conseguir ser percebida. Vivemos em uma cultura que policia a ingestão de alimentos e envergonha e intimida pessoas “acima do peso”.

Mas isso quer dizer que toda pessoa com alguns quilos além do padrão estético vigente é, na verdade, viciada em comida? Claro que não.

Outros sintomas listados por Food Addicts Anonymous parecem mais legítimos. “Você se viu vomitando, usando laxantes, diuréticos ou se exercitando muito para evitar um ganho de peso depois de ter comido muito?”, pergunta o site. Esse tipo de sintoma certamente aponta para uma alimentação desordenada, se não um vício alimentar.

Talvez o distúrbio alimentar mais próximo à dependência alimentar seja o distúrbio da compulsão alimentar. Mas não são a mesma coisa. “A dependência alimentar é definida como causando uma preocupação com alimentos que proporcionam prazer intenso e aumenta a dopamina como drogas, álcool, compras, jogos de azar”, diz Turner.

No tratamento da dependência alimentar, a restrição não apenas não é abordada, como também é encorajada, diz Turner. Enquanto os especialistas em distúrbios alimentares concordam que alguns alimentos são projetados para serem tão saborosos e viciantes quanto possível (como as batatas fritas industrializadas) muitos temem que o conceito de dependência alimentar possa ser mais prejudicial do que útil.

Como entender?

Segundo Dráuzio Varella, o comer compulsivo é um padrão recorrente, frequente e que vem junto com a perda do controle. Ou seja, alguém que ingere grandes quantidades de alimentos de maneira rápida e não consegue parar de comer. Caso isso ocorra mais de duas vezes por semana, é preciso ficar alerta, é um sinal de compulsão.

Livre-se da compulsão alimentar

Talvez o principal passo para se livrar da compulsão alimentar seja mudar a relação que se tem com a comida e a raiz do que faz com que a comida se torne um escape.

Muita gente come suas emoções e acaba extrapolando em momentos de raiva, tristeza, estresse. E quando isso se prolonga, a dependência emocional da comida fica cada vez mais arraigada.

Outro fator que leva à compulsão é a proibição. Afinal, o proibido é mais gostoso. Cada vez mais comuns no dia a dia de muitas pessoas, as dietas restritivas, por exemplo, levantam o seguinte questionamento: fazemos do alimento um aliado ou um inimigo?

A nutricionista Marcia Daskal comenta: “A ciência da nutrição já passou por diversas fases. Ovos, pães, manteiga, leite e muitos outros alimentos já foram vistos como vilões da nossa dieta. A comida virou tema científico, com quantidade, jeito certo de preparar e de consumir”.

Com tantas recomendações sobre o que deve ser ingerido, além das proibições, a informação que chega ao consumidor dificulta sua educação e autonomia no momento de definir o que pode ser incluído na rotina, e como isso deve ser feito – e isso vale principalmente para aqueles alimentos que proporcionam a sensação de prazer.

“Sentir-se feliz com a comida e com o próprio corpo não é uma realidade tão distante de nós a ponto de não podermos mudar o rumo da nossa alimentação. Quando foi que deixamos de levar marmita da festinha, com bolo e brigadeiro, para levar marmita para a festa? Comer não tem que ser chato e nem científico”, afirma a nutricionista.

Isso não significa que o caminho contra a compulsão é simples. Nem sempre é possível trilhar essa jornada só. Portanto, busque ajuda multidisciplinar de psicólogos, nutricionistas e médicos. Afinal, sua saúde vale mais que tudo.

Fonte: Health Magazine.

Além de ajudar a aumentar as chances de concepção, ela também ajuda a perder o peso extra

A dieta da fertilidade não é nova; na verdade, é baseada em um estudo que envolveu quase 18.000 mulheres e teve início em 1991.

Embora The Fertility Diet, o livro consequente desse estudo, tenha sido escrito há mais de 10 anos, o co-autor Jorge Chavarro, professor associado de nutrição e epidemiologia em Harvard, diz que a maioria das suas recomendações ainda faz sentido hoje.

Ele também diz que, com algumas exceções, seguir esse tipo de plano alimentar é saudável para qualquer pessoa, não apenas para quem quer um bebezinho.

Quais alimentos podem te ajudar a engravidar?

Nos anos 90, o Dr. Chavarro e seus colegas já sabiam que o excesso de peso poderia reduzir as chances de uma mulher engravidar. Mas eles também queriam saber se a nutrição desempenhava um papel adicional na fertilidade, independentemente do peso corporal.

O que descobriram é que, com poucas exceções, as mesmas coisas que seriam recomendadas para a prevenção de doenças cardiovasculares, longevidade geral ou para uma alimentação saudável se sobrepõem ao que faria parte de uma dieta que evita fatores de risco para infertilidade.

Portanto, uma dieta rica em gorduras saudáveis, grãos integrais e proteínas vegetais pode ajudar a melhorar o suprimento de óvulos de uma mulher – o que poderia ajudá-la a ovular mais regularmente e engravidar mais facilmente. Esses alimentos também podem ajudar a regular os níveis de glicose e insulina no sangue, que desempenham um papel na ovulação também.

Por outro lado, o consumo de muitas gorduras saturadas, carboidratos refinados, refrigerantes açucarados e carne vermelha tem sido associado à diminuição da oferta de ovos e mais dificuldade de conceber, de acordo com o livro.

A importância do ácido fólico

O ácido fólico é um suplemento bastante usado quando as mulheres já estão grávidas, para assegurar um bebê saudável. Mas os pesquisadores apontaram – e pesquisas posteriores apoiam a ideia – que altas doses de ácido fólico estão associadas a uma maior probabilidade de gravidez saudável.

O ácido fólico é um fator muito importante na prevenção da infertilidade, em níveis ainda mais elevados do que o que recomendamos para a prevenção de defeitos congênitos. Verduras, frutas e nozes são ricos em folato (a forma de ácido fólico que ocorre naturalmente nos alimentos), mas tomar um multivitamínico com 400 microgramas de ácido fólico também pode garantir que você está recebendo níveis adequados.

Seguir esta dieta não garante que uma mulher engravide, mas pesquisas mostram que essas medidas podem ser úteis, mesmo com condições como síndrome dos ovários policísticos, miomas ou pólipos uterinos ou endometriose.

O estudo não foi projetado para abordar problemas de fertilidade masculina e, portanto, não contempla essas possibilidades, mas uma vida saudável com certeza pode facilitar a vida em outros aspectos, inclusive na concepção de um bebê, mesmo porque a obesidade também afeta a fertilidade dos homens.

Fonte: Health Magazine

Boa alimentação ajuda a garantir a saúde de quem não quer perder um segundo de folia

O esporte mais árduo do nosso país é o Carnaval. No Brasil, as festividades do carnaval são consideradas verdadeiras maratonas. Trios elétricos, desfiles e blocos de rua fazem parte da diversão de muitos foliões. Com tanta alegria, muitas pessoas deixam de se alimentar bem, o que pode acabar com a diversão mais cedo. A nutricionista e professora da Unopar, Aline Menezes Tibúrcio, explica que cuidar da alimentação é fundamental para aproveitar bem a festa.

De acordo com a especialista, o ideal é optar por refeições leves para repor a energia mental e dos músculos, além de consumir bebidas naturais como água de coco e água mineral para auxiliar na hidratação. “Em caso de transpiração excessiva, há perda de minerais. Por isto, diante de qualquer sinal de sede, é importante beber muito líquido, já que se trata de um alerta de que o corpo está começando a se desidratar”.

Para garantir a disposição durante a festa e prevenir desconfortos, é importante evitar a ingestão de alimentos gordurosos, calóricos e aqueles que estimulam a formação de gases no intestino. Os foliões devem preferir os alimentos ricos em vitaminas e fibras como frutas e cereais integrais, e procurar se alimentar de três em três horas, visando manter o corpo alimentado.

Ela lembra ainda a importância de desintoxicar o organismo após o carnaval, consumindo frutas como: laranja, limão, acerola, kiwi, manga e tomate, que possuem VITAMINA C e também são antioxidantes. Alimentos integrais como arroz e hambúrguer grelhado de quinoa e leguminosas como lentilha, ervilha e grão de bico também são aliados. O consumo de sucos orgânicos também ajuda a repor energia e combater o desgaste físico.

A halitose tem causas que podem ter a ver com a sua alimentação, descubra como acabar com ela

Se você cuida bem da saúde dos seus dentes, mas mesmo assim não consegue se livrar do mau hálito, a causa pode estar na sua digestão e nos alimentos que ingere, como alho, cebola, peixe e hábitos como o tabagismo.

“Poucos sabem, mas o consumo excessivo de proteínas pode potencializar o aparecimento do odor indesejado, pois as mesmas contribuem para a mudança do pH alcalino, o que propícia o desenvolvimento de bactérias. Além disso, as proteínas de origem animal favorecem a formação de muco, fator que causa o acúmulo de biofilme lingual (saburra), um dos principais vilões do bom hálito”, explica a dentista Rosane Farias de Menezes, da Caixa Seguradora Odonto.

Além disso, ingerir bastante água e mastigar bem os alimentos também ajuda a evitar a halitose. Isso porque estimulam a produção salivar, o que promove a limpeza fisiológica da cavidade bucal e ajuda a reduzir bactérias que causam o mau hálito.

A água, aliás, é importante aliada contra os maus odores bucais. Segundo um estudo publicado no Jornal Internacional de Higiene Bucal em 2016, beber um copo d’água em jejum é um modo eficiente de reduzir o mau hálito matinal. Pesquisadores concluíram que tanto a água ingerida, como usada em bochecho, chega a reduzir 60% das substâncias que contribuem para essa sensação desagradável.

Mas é possível também investir em alimentos que ajudam a diminuir o problema a partir do lugar mais efetivo: de dentro para fora. 

  1. Alimentos ácidos como limão, laranja e vinagre de maçã. Mas tenha sempre cuidado com a exposição de ácido aos seus dentes que é um corrosivo natural e consulte sempre primeiro o seu dentista.
  2. Alimentos ricos em zinco e magnésio, como espinafre, sementes de abóbora, sementes de linhaça e feijão vermelho. No entanto, estes alimentos podem ser inadequados se o seu mau hálito estiver relacionado a gases.
  3. Alimentos com clorofila, como vegetais de folhas verdes tais quais espinafre, salsa, rúcula, abobrinha, vagem e brócolis.
  4. Ervas aromáticas e chás como funcho, cardamomo, cominho, gengibre e endro.
  5. Alimentos que favorecem a flora intestinal com bactérias probióticas, como cenouras, vagens, lentilhas, grão-de-bico e amêndoas.

 

Fonte: Dr. Steve Lin.

Entenda o que é mindful eating e mude sua relação com os alimentos por meio da conscientização

Você já sentiu que liga o piloto automático e nem se percebe fazendo as atividades mais simples do dia a dia, como  olhar o celular, comer ou até mesmo conversar com alguém? Pois saiba que esse foco (ou falta dele) é estudado no conceito de Mindfulness.

Segundo o biólogo e professor da Universidade de Massachusetts, nos EUA, Jon Kabat-Zinn, “mindfulness” – ou atenção plena – é um termo que tem sido bastante difundido nos dias de hoje como a capacidade de trazer  a  atenção  ao  momento  presente,  sem  julgamentos  ou  críticas,  com  uma  atitude  de  abertura  e  curiosidade  para  o  que  está  sendo  vivido  no  agora. Uma vertente deste conceito, o mindful eating surge a partir de pesquisas que apontam benefícios de comer com atenção plena para a saúde física, mental e emocional, entre eles o controle das dores crônicas, do estresse, da ansiedade e da depressão, além de ser uma ferramenta ao tratamento da obesidade, por exemplo. “O treinamento voltado para consciência de comer tem a intenção de promover uma maior percepção para questões fisiológicas e emocionais relacionadas à  alimentação,  como  a  fome,  a  saciedade,  a degustação, a satisfação e até mesmo para identificar com mais facilidade os gatilhos emocionais do comer”, explica a nutricionista Bianca Naves, da clínica Nutri Office.

Este conceito vem sendo estudado na área de Nutrição como uma forma de cultivar o equilíbrio e minimizar sentimentos negativos, como o de culpa, enquanto desfrutamos de um prato de comida ou de uma bebida saborosa. “Mindful  eating é sobre sentir prazer com a alimentação, entender a diferença entre fome e saciedade, e valorizar as diversas experiências que a comida nos proporciona. É sobre notar a cor, a textura, o sabor, os aromas e tudo isso em um tempo destinado apenas para esta experiência sensorial,  conectando estímulos do alimento aos sentimentos”, salienta a nutricionista.

A prática não se refere apenas à dieta, mas sim a um plano alimentar em que a base é entender quando e como comer, colocando a atenção nas sensações proporcionadas por cada alimento ou bebida e sem se  envolver  em  outras atividades ao mesmo tempo. Bianca Naves explica, ainda, que é “basicamente entrar em contato com todas as sensações que o alimento pode nos proporcionar, usando todos os nossos estímulos de sentidos, unidos ao controle natural da alimentação“.

Aprenda o mindful eating

Que tal fazer uma experiência para incluir este conceito no seu dia a dia? A nutricionista explica que uma forma simples de começar é apreciando com atenção uma xícara de chá quente para relaxar ao final do dia, já que a bebida tem um  ritual de preparo fácil e ao mesmo tempo simbólico.

Veja como neste passo a passo a seguir:

  1. Procure um lugar silencioso para preparar e tomar sua xícara de chá;
  2. Escolha uma xícara que te agrade visualmente e que seja branca ou transparente de preferência, para observar a transformação das ervas dentro da água;
  3. Coloque a água fresca em uma caneca, leve ao fogo e aguarde com tranquilidade as bolhas sendo formadas ao levantar fervura – tente ouvir o som das bolhas ou perceber o vapor saindo;
  4. Despeje a água quente sobre  as  ervas frescas ou o sachê até completar a xícara, observe o líquido ganhando uma nova cor e prepare-se para os incríveis aromas que surgirão;
  5. Respire profundamente enquanto aguarda o tempo de infusão adequado, aproveite para aguçar o paladar e procure admirar a bebida como se fosse provar pela primeira vez;
  6. Uma dica é usufruir deste momento para aquecer as mãos enquanto aguarda ficar na temperatura ideal para o consumo (tome cuidado para não se  queimar)  e procure  notar  algo novo sobre a cor ou a textura;
  7. Intercale cada gole com respirações profundas e atenção ao momento presente. Enquanto degusta a bebida, opte por fechar levemente os olhos inspirando lentamente e permita-se apreciar todo o aroma proveniente das ervas do chá;
  8. Mantenha a mente tranquila e procure se focar no momento presente e nas diferentes sensações até esvaziar a xícara completamente.
  9. “Ao saborear conscientemente essa bebida rica em sentidos você irá perceber muitas outras nuances de aromas,  sabores  e  cores  que  um  chá  nos  proporciona,  o  que quase não percebemos quando fazemos outra atividade junto”, finaliza a nutricionista.

Os benefícios da sálvia incluem vão da função cerebral à beleza da pele e melhora da digestão

A sálvia é um tempero popular e delicioso, mas é também inacreditável quando se trata de seu impacto sobre a saúde humana. Cientificamente conhecida como Salvia officinalis, a sálvia é uma planta da famíia do alecrim – muitas vezes são consideradas “ervas irmãs”.

O uso tradicional de sálvia na medicina é bem documentado e remonta a milhares de anos. Foi inicialmente usado para o tratamento de mordidas de cobra, proteção contra o mal, para aumentar a fertilidade feminina e outros usos que deixaram de existir com o tempo.

No entanto, pesquisas modernas descobriram que o impacto da sálvia no corpo humano é real e vai muito além das crendices populares. A combinação de usos culinários com seu inegável impacto medicinal torna essa erva muito valiosa para a saúde humana. Conheça alguns dos benefícios da sálvia e aproveite!

Aumenta a cognição

Pesquisas mostraram que mesmo pequenas quantidades de sálvia, sejam inaladas ou consumidas, podem aumentar as habilidades de recordação e retenção de memória nas pessoas. A atividade cerebral também demonstra maior concentração e foco em um tema escolhido, o que significa que para os jovens na escola ou para aqueles em carreiras desafiadoras e intelectualmente exigentes, adicionar um pouco à sua dieta pode ser um estimulante cerebral eficaz.

Trata a inflamação

Mastigar as folhas de sálvia nem sempre é o remédio mais agradável, já que o sabor pode ser bastante intenso, mas essa é a maneira mais eficaz de obter os compostos orgânicos que atuam no seu organismo. Criar uma tintura ou macerar as folhas também pode funcionae, mas se você sofre de problemas inflamatórios, particularmente nos tratos respiratório ou gastrointestinal, você pode eliminar essa inflamação com essa fórmula. As qualidades antiinflamatórias da sálvia se vão de artrite e gota à inflamação geral do sistema cardiovascular, que pode resultar em doenças cardíacas e pressão alta. Os flavonóides e compostos fenólicos encontrados são responsáveis por esses efeitos benéficos.

Propriedades antioxidantes

Condições crônicas e doenças degenerativas podem ser algumas das preocupações de saúde mais debilitantes e perigosas que você enfrenta em sua vida. Muitos deles são causados por radicais livres, os perigosos subprodutos do metabolismo celular que atacam as células saudáveis, causando apoptose ou mutação. Compostos antioxidantes encontrados na sálvia, como ácido rosmarínico, luteolina e apigenina, podem trabalhar para neutralizar os radicais livres e impedi-los de criar estresse oxidativo no coração, sistemas de órgãos, pele, articulações, músculos e até mesmo no cérebro.

Previne a Doença de Alzheimer

Como mencionado acima, a sálvia tem a capacidade de estimular a função cerebral para melhorar a memória e a concentração; no entanto, também trabalha para eliminar distúrbios cognitivos que podem surgir, incluindo Alzheimer e demência. Embora a pesquisa dessas aplicações ainda esteja nos estágios relativamente iniciais, é animador ver avanços reais com alternativas fitoterápicas ao tratamento farmacêutico. As vias neurais estimuladas pelos extratos e óleos essenciais de sálvia podem manter a mente fresca e jovem bem na idade avançada.

Fortalece o sistema imunológico

Existem algumas propriedades antimicrobianas que foram identificadas na sálvia e, embora normalmente sejam consumidas em pequenas quantidades, é possível criar uma aplicação tópica de sálvia (como tintura) e usá-la para prevenir infecções bacterianas e virais que atacam o corpo por meio da pele. Muitas vezes pensamos em doenças que entram pelo nariz ou pela boca, mas a pele também pode ser comprometida e usada como porta de entrada para agentes desconhecidos. Um creme tópico ou uma rotina antibacteriana que inclua sálvia pode ser uma linha extra de defesa contra esse tipo de vetor.

Melhora a saúde óssea

Um dos benefícios mais negligenciados da sálvia é, na verdade, seu nível superior de vitamina K, uma vitamina essencial para o corpo que não é encontrada em muitos alimentos. A vitamina K é um elemento crucial no desenvolvimento da densidade óssea e assegura a integridade dos nossos ossos à medida que envelhecemos. Se você sofre de sinais precoces de osteoporose ou viveu um estilo de vida sedentário, pobre em nutrientes, sua saúde óssea provavelmente é baixa. Adicionar folhas de sálvia à sua dieta pode aumentar significativamente os níveis de vitamina K, já que uma dose única tem 27% de sua ingestão diária recomendada.

Cuidados com a pele

Uma pomada tópica pode ser criada usando folhas de sálvia ou uma tintura da planta que se mostra eficaz contra certas condições da pele, incluindo eczema, psoríase e acne. Essas manchas desagradáveis podem ser rapidamente acalmadas e sua aparência pode ser reduzida gradualmente se você aplicar regularmente extratos de sálvia e pomadas nas áreas inflamadas ou afetadas.

Controla o diabetes

Pode haver algum debate sobre a eficácia da sálvia em certas condições de saúde, mas quando se trata de diabetes, há um acordo generalizado. A panta contém certos extratos e produtos químicos que imitam os medicamentos normalmente prescritos para o controle do diabetes, que regula e inibe a liberação de glicose armazenada no fígado, evitando grandes flutuações de açúcar no sangue, o que pode ajudar a prevenir o aparecimento de diabetes tipo 2 ou pelo menos gerenciar a condição, caso já tenha se manifestado.

Auxilia na digestão

O ácido rosmarínico encontrado na sálvia age como um agente anti-inflamatório para o estômago. Previne espasmos gástricos e pode reduzir significativamente a ocorrência de diarréia e gastrite. Adicioná-lo às suas refeições pode levar todo o processo digestivo de volta aos trilhos e reduzir a inflamação em todo o intestino.

Precaução: Embora não exista uma quantidade mensurável de oxalatos ou purinas, nem seja considerada uma erva tipicamente alergênica, a sálvia está na família das mentas, então aqueles que sofrem de reações alérgicas a membros dessa ampla família de plantas devem consultar uma médico antes de adicioná-lo à sua dieta.

 

 

Um café da manhã cheio de energia pode ser a diferença entre um dia produtivo ou não, que tal investir nisso?

Panquecas de banana com 25 calorias

Ingredientes:Panquecas de banana com 25 calorias

Modo de preparo:

  1. Amasse as bananas.
  2. Adicione o adoçante, ovos, farinha e baunilha.
  3. Aqueça uma uma frigideira grande com óleo de coco.
  4. Usando uma colher de sopa, despeje a massa.
  5. Quando cozida de um lado (1-2 minutos) virar e cozinhar o outro lado.
  6. Polvilhe com canela. Sirva com gelado com pouca gordura. Faz 24-26 bolinhos.

Rendimento: 24 porções
25 calorias por porção

Bolinhos integrais de maçã e iogurte

Ingredientes:Bolinhos integrais de maçã e iogurte

Modo de preparo:

  1. Pré-aqueça o forno a 250°C. Unte e enfarinhe 12 formas grandes de empadas, muffins ou cupcakes.
  2. Misture a farinha, fermento em pó, bicarbonato de sódio, sal e canela, e reserve.
  3. Em uma tigela separada, bata o óleo de coco e adicione o açúcar mascavo.
  4. Adicione o ovo e misture bem.
  5. Acrescente ao iogurte.
  6. Misture aos ingredientes secos e coloque os pedaços de maçã.
  7. Divida a massa uniformemente entre as formas polvilhando mais açúcar mascavo no topo dos bolinhos (opcional).
  8. Asse por 10 minutos, diminua o fogo e asse por mais 5 a 10 minutos, ou até um palito inserido no centro saia limpo.
  9. Deixe esfriar e desenforme.

Rendimento: 12 porções
58 calorias por porção

Biscoito de amendoim sem glúten

Ingredientes:Biscoito de amendoim sem glúten

Modo de preparo:

  1. Numa tigela, misture o polvilho com 250 ml de leite frio. Misture bem adicione o leite fervido com o óleo e misture de novo. Depois, junte os outros ingredientes e misture até obter uma consistência bem firme.
  2. Com o auxílio de uma colher, pegue pequenas porções e vá colocando numa assadeira antiaderente.
  3. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 30 min.

Rendimento: 60 porções
27 calorias por porção

Tofupiry: requeijão vegano

Ingredientes:Tofupiry: requeijão vegano

Modo de preparo:

  1. Bata todos os ingredientes em um liquidificador até que a mistura fique homogênea.

Rendimento: 15 porções
65 calorias por porção

Brownie de tapioca na frigideira

Ingredientes:Brownie de tapioca na frigideira

Modo de preparo:

  1. Bata todos os ingredientes, exceto as nozes, com um garfo até que a mistura fique lisa e homogênea. Adicione as nozes.
  2. Unte uma frigideira com margarina ou óleo de coco e coloque a mistura.
  3. Cozinhe em fogo baixo e vire para que as duas faces fiquem douradas.

Rendimento: 4 porções
50 calorias por porção

A dieta do brasileiro é reconhecidamente muito saudável. Entenda como pratos tradicionais podem melhorar sua saúde 


1. Bananas

Yes! Nós temos bananas! E elas são naturalmente isentas de gordura, colesterol e sódio e muito ricas em potássio. Os potenciais benefícios para a saúde das bananas incluem redução da pressão arterial, diminuição do risco de desenvolver leucemia infantil e proteção à saúde do coração. Além de serem um lanche perfeito para carregar na bolsa.


2. Arroz com feijão

Separados são bons, mas juntos são imbatíveis. Um exemplo de casal perfeito, pois que o arroz é rico em metionina e o feijão em lisina e juntos equivalem a uma porção completa de proteína, que dispensa até o consumo de carne. E é uma delícia, não é mesmo?


3. Brócolis

Essa arvorezinha contém altos níveis de fibra solúvel e insolúvel e é uma rica fonte de vitamina C. Além disso, os brócolis são ricos em vitamina A, ferro, vitamina K, vitaminas do complexo B, zinco, fósforo e fitonutrientes. Estudos descobriram que o consumo de brócolis pode potencialmente ajudar a prevenir a osteoartrite, proteger a pele contra os efeitos da luz ultravioleta, reverter o dano cardíaco ao diabetes e reduzir o risco de câncer na bexiga.


4. Chocolate

O queridinho da mulherada também é bastante nutritivo. O chocolate é rico em antioxidantes. Apesar de sua má reputação por causar ganho de peso, há uma série de benefícios à saúde associados ao seu consumo (prefira o chocolate amargo), que incluem: baixar os níveis de colesterol, prevenir o declínio cognitivo e reduzir o risco de problemas cardiovasculares. Além, é claro, de amenizar a nossa TPM.


5. Coentro

Esse polêmico tempero muito usado na culinária nordestina diminui o risco de obesidade, mortalidade geral, diabetes e doenças cardíacas, ao mesmo tempo que deixa pele e cabelo saudáveis, aumenta a energia para o dia-a-dia e ajuda a emagrecer.


6. Café

O cafezinho faz parte da nossa cultura e pode proteger contra o diabetes tipo 2, prevenir a doença de Parkinson, diminuir o risco de câncer de fígado, prevenir doenças do fígado em geral e promover a boa saúde do coração. Deu até vontade de passar um café fresquinho aqui!


7. Couve

Muito além da feijoada, a couve faz parte da família de vegetais crucíferos, que também inclui couve, brócolis, repolho, nabo e rabanetes. É uma fonte extremamente rica de vitamina K e também contém folato, tiamina, niacina, ácido pantotênico, colina, fósforo e potássio, que podem ajudar na saúde dos ossos, reduzir o risco de câncer, diminuir os níveis de glicose nas pessoas com diabetes, melhorar o sono e o humor.


8. Alho

Estudos descobriram que o alho pode ser um antibiótico muito poderoso, ajudar a proteger o coração durante a cirurgia cardíaca e após um ataque cardíaco, diminuir o risco de desenvolver câncer de pulmão e reduzir os níveis elevados de colesterol e pressão arterial. Além de temperar seu arroz, feijão e ficar incrível nas mais diversas carnes.


9. Manteiga

Rainha do café da manhã e dos refogados, é rica em ômega 6, um ácido graxo essencial para o bom funcionamento do organismo, combate até os altos níveis de glicose no sangue e o colesterol ruim. Também auxília na absorção de alguns nutrientes muito importantes, como as vitaminas A, B, E e K.


10. Mandioca

A mandioca, que também é chamada de aipim ou macaxeira dependendo da região do país, é um alimento rico em fibras, vitaminas e carboidratos, que garante muita energia para o nosso corpo e sensação de saciedade. Esse carboidrato do bem ajuda a aumentar os níveis de serotonina (responsável pela sensação de bem estar) no nosso cérebro, melhora o viço da pele e é rico em vitamina C.

 

Alguns alimentos parecem saudáveis e podem até ser menos calóricos, mas ainda assim prejudicam a sua dieta

Emagrecer é o desejo de quase todos os brasileiros (até de quem não precisa). Mas nem só de poucas calorias se faz uma dieta que ajude a perder peso e ter mais saúde. Para a nutricionista Ione Leandro, da Onodera Estética, o segredo do emagrecimento com qualidade é aliar equilíbrio e hábitos saudáveis. “A dieta deve ser balanceada, contendo todos os nutrientes necessários para cada uma das funções do corpo, além de ser específica para cada pessoa”, explica.

A especialista alerta, ainda, para alimentos que possuem aspecto saudável, mas que na verdade podem ser os vilões da reeducação alimentar: “é importante saber o que compõe cada alimento, principalmente os industrializados. Portanto, escolha produtos com a menor quantidade de ingredientes e opções livres de estabilizantes, corantes, conservantes, emulsificantes. Atente-se, também, para a presença de açúcar com os nomes de sacarose, glicose, frutose, maltodextrina, melaço, xarope de milho”.

Abaixo, Ione lista sete alimentos que fazem esse papel. Confira:

Barra de Cereais

Apesar de ser opção de lanche rápido, as barrinhas não devem ser ingeridas à vontade. “As opções industrializadas contêm alto teor de açúcar, e algumas são produzidas com chocolate e cereais de alto índice glicêmico, como flocos de milho e arroz”, explica.

Frutas secas e oleaginosas

A ingestão desses alimentos ajuda a cuidar da saúde do coração, prevenir o envelhecimento precoce e auxiliar na perda de peso, mas o consumo exagerado pode causar efeito reverso e acumular gordura. “O ideal é consumir 30g por dia, o equivalente a uma castanha do Pará, duas de caju, cinco amêndoas, metade de uma noz e uma castanha, por exemplo”.

Pães Integrais

Esse tipo de alimento contém mais fibras e nutrientes, e por isso promovem sensação de saciedade por mais tempo. “É necessário uma quantidade mínima de farinha e grãos integrais para que se encaixe nessa categoria. Uma dica legal para saber se o pão é realmente integral é ver qual ingrediente vem em primeiro na lista, pois é o que tem em maior quantidade no produto”, ressalta a especialista.

Chocolate Diet

Muita gente acha que as opções diets ajudam na dieta, mas esses produtos são indicados para pessoas que tem restrição no consumo de açúcar e, geralmente, possuem maior quantidade de gorduras, tornando mais calórico.

Granola

Mistura de frutas secas, grãos, cereais e castanhas, a granola promove energia e ajuda no funcionamento do intestino, porém é um alimento calórico. “Prefira comer no café da manhã, com uma média de 25g por dia”, explica.

Gelatina

Considerada uma opção de saudável de sobremesa, as gelatinas não possuem muitas calorias e são fontes de colágeno. No entanto, é necessário consumir com cautela, pois o alimento contém níveis de açúcar, aromatizantes e corante.

Embutidos

Muito comum no cardápio de quem faz dieta, o peito de peru ou de frango são opções que contém menos calorias do que salame e mortadela, por exemplo. “Por serem alimentos industrializados, são ricos em sódio e conservantes. Essas substâncias não devem ser consumidas em excesso, pois podem afetar a saúde”, finaliza Ione.