O medo é sempre é associado como um sentimento ruim, mas existem maneiras dele ser utilizados de maneira positiva. Saiba como identificar a melhor maneira para lidar com ele

A psicóloga Adriana de Araújo fala sobre o medo, como ele pode ser usado a seu favor e quando devemos procurar ajuda para melhorar aquele medo paralisante.


O medo é aquela sensação de preocupação que nunca vai embora, como se algo de ruim fosse acontecer a qualquer momento. Quem sofre com esse sentimento vive em alerta, com uma constante impressão de que alguma coisa vá acontecer a qualquer momento (seja uma pessoa querida, uma situação importante, em algum lugar…).

Alguns sintomas de quem sofre com o medo podem ser:

Esses sintomas podem desencadear reações que são sentidas no corpo, como:

E por esses sintomas serem tão desconfortáveis e por algumas vezes impedirem a vida de seguir normalmente, a primeira reação é de fuga. Afinal, estar longe do objeto de que temos medo é um dos atos mais comuns de proteção. É um modo de autopreservação.

Porém, ao fazer isso, algumas pessoas podem limitar a vida e evitar situações importantes, como deixar de ir a uma viagem de trabalho, ou uma reunião no prédio, por não conseguir entrar no elevador. Alguns pacientes não conseguem dirigir os carros e passam a depender de outros para conseguir ir e vir. Esse sentimento faz com que a falta de autonomia e de liberdade de escolha de quem convive com ele sofra.

Mas se pensarmos além dos sentimentos ruins, será que existe algo mais para se entender sobre o tema, e que pode ser tirado de bom de tudo isso? Bom, com toda certeza, o medo nem sempre é uma coisa ruim.

O lado bom do medo

Melhor falando: nem todo tipo de medo é positivo, mas nem todo medo é negativo. Como assim? É importante avaliar, situação por situação, sintoma por sintoma, qual a melhor maneira para lidar com o problema.

Mas como devemos identificar os medos bons dos ruins? Bom, é importante avaliar o problema e suas consequências. Afinal, o medo que nos impede de viver de forma plena não é bom, fazendo com que pessoas deixem de fazer diversas coisas no trabalho e na vida pessoal simplesmente por não se sentirem bem o suficiente.

Porém, o medo que nos protege não nos impede de viver o momento. É o medo que surge como um alerta, um sinal de atenção, e que nos protege dos reais perigos existentes. Por exemplo, se alguém não sabe nadar sente medo de entrar sozinho em uma piscina funda, esse sentimento é adequado. Mas se a mesma pessoa que não sabe nadar sente medo em uma aula de natação, mesmo com a ajuda de um profissional e toda a segurança envolvida, este sim é entendido como um problema. Afinal, ele limita que a pessoa consiga realizar alguma coisa, mesmo aprender e superar a sua limitação.

Quando um tratamento é indicado?

Neste caso, o tratamento indicado para a cura do medo é a psicoterapia, e, quando indicado, um tratamento psiquiátrico com medicação. Existem diversas técnicas de cura para quem sente medo, e a libertação pode acontecer quando há:

Técnicas como terapia breve, cognitiva comportamental, novo código da Programação Neurolinguística, Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares (EMDR) e Hipnose Ericksoniana são muito úteis no processo de crescimento pessoal e direcionados com total foco no caminho de cura.

Viver sem medo é libertador. A uma vida que lhe aguarda após a superação do medo! Siga em frente no caminho da superação.

Fonte: Minha Vida

No mundo competitivo de hoje, encontrar um equilíbrio para ter sucesso no trabalho e ainda manter uma vida familiar presente é um desafio

Um desafio da nossa geração é encontrar um balanço entre as atividades diárias, principalmente entre a sua profissão e a sua casa. A chave é se concentrar em um plano, organizar tudo e encontrar o equilíbrio certo os dois. Não há uma resposta certa para como você poderá lidar com os dois, e talvez o que seja certo agora, mude depois de um tempo, conforme o emprego e a rotina em casa forem mudando.

Portanto, para te ajudar, separamos algumas dicas simples podem te ajudar a administrar melhor o seu tempo entre o trabalho e os cuidados com a família:

Comece a planejar seus dias

 

Fontes: Family Lives (Reino Unido) e Parents.com

O inferno são os outros, mas aprender a dissipar essa fobia social, timidez ou misantropia pode ser uma das chaves para o sucesso profissional e pessoal

As habilidades das pessoas são uma parte essencial do trabalho, da vida e do sucesso social. Quando você tem fortes habilidades de pessoas, você é mais capaz de:

O que são habilidades sociais?

As habilidades sociais são as ferramentas que você usa para se comunicar e interagir efetivamente com os outros. Indivíduos com fortes habilidades sociais são capazes de prever comportamentos, relacionar-se com os outros e socializar facilmente.

Essas capacidades de socialização também são conhecidas como habilidades interpessoais, inteligência emocional e inteligência interpessoal. Pesquisas apontam que pessoas com habilidades sociais fortes ganham em média US $ 29.000 a mais por ano.

Muitas vezes as pessoas dizem quanto lutam para socializar e estar perto de pessoas. Quer se trate de ansiedade social, ou de não saber ler corretamente as outras pessoas, há maneiras pelas quais podemos aprender e nos impulsionar, o que pode beneficiar muito as nossas interações com os outros. Se pudermos melhorar essas interações, poderemos melhorar ainda mais nossa vida social, nossa vida profissional e nossos relacionamentos.

Veja como melhorar as habilidades sociais no trabalho e em qualquer outro lugar e viva melhor, com as dicas da psicóloga Dr. Nikki Martinez.

1 – Aprender a compreender a linguagem corporal

Estamos cientes de que 97% da comunicação não é falada. Isso significa que essa comunicação está na nossa aparência, nossa linguagem corporal e o modo como nos comportamos. As pessoas podem lutar tanto com sua capacidade de ler o que essas qualidades significam nos outros, quanto com sua consciência pessoal dos sinais que estão emitindo para os outros.

Há muitas coisas que estamos fazendo que desconhecemos. Aprender as “microexpressões” de outras pessoas, que são sinais sutis de mudanças de humor, bem como suas grandes e mais óbvias mudanças nas expressões, nos ajuda a entender os outros muito mais.

2 – Como nos comportamos em uma conversa

Esta é uma área importante na qual muitas pessoas também não pensam o suficiente. Eles podem aprender sobre a empresa, eles podem se preparar para respostas a perguntas comuns, mas o que eles não conseguem fazer é pensar sobre as habilidades sociais que estão apresentando durante uma entrevista. Diz-se que um entrevistador decide dentro dos primeiros 60 segundos após se encontrar com você se realmente o considera para uma posição ou não. Uma grande parte disso é o conjunto de habilidades sociais e linguagem corporal. Se nós entrarmos com um aperto de mãos fraco, falta de contato visual, muitos “hums e ahs”, bem como parecer genuinamente desconfortável durante a entrevista, estaremos nos preparando para uma rejeição. Se nos aproximamos com um aperto de mão firme, bom contato visual e um ar de confiança, temos uma chance muito maior de sermos contratados.

3 – Tenha alguns tópicos de reserva

Essa é uma grande habilidade para aprender para aqueles com ansiedade social e medo de novas situações sociais. Se você se sentir desconfortável em novas situações sociais, se estiver preocupado com o fato de não ter nada que contribua para uma conversa, ou se a conversa fiada o deixar nervoso, basta ter algumas boas conversas ou histórias de reserva. Isso ajudará a evitar silêncios constrangedores, envolver o grupo e fazer com que você se sinta mais confiante em situações como essa no futuro e ver que você realmente possui as habilidades necessárias.

4 – Aprenda a ser um ouvinte ativo

Essa é uma habilidade importante a ser desenvolvida. Se não aprendermos a ser bons ouvintes e mostrarmos genuíno interesse pelos outros, não iremos longe em múltiplas áreas de nossas vidas. Quais são alguns bons sinais de escuta ativa? Faça um bom contato visual com a pessoa, repita sua compreensão, parafraseie o que ela lhe disse, ou expresse seu entendimento e interesse comuns sobre o que ela está dizendo. Uma pobre habilidade de ouvir é estar esperando que eles parem de falar para dizer o que você vai dizer de qualquer maneira. Isto não é sobre competição, isto é sobre deixá-los saber que eles são ouvidos e que você está interessado. Obtenha ajuda profissional para aprimorar essa habilidade, se necessário.

5 – Desligue-se de distrações externas

Estamos tão “conectados” nos dias de hoje, por telefone, iPad, TV e rádio, que podemos perder a conexão que temos com a verdadeira conversa devido a uma série de distrações externas. Quantas vezes não vemos grupos de pessoas fazendo uma refeição “juntas” e eles estão todos em seus telefones.

Para realmente se envolver com as pessoas com quem você está, e as experiências que está tendo, desde o simples jantar até as férias, você precisa fazer se desligar um pouco da tecnologia e tentar se conectar verdadeiramente com as pessoas e os lugares ao seu redor. Você ficará surpreso com o quanto mais conectado e o quanto mais agradável a experiência se torna quando você coloca o telefone no bolso e escuta a pessoa que está à sua frente, ou olha em volta para o mundo ao seu redor. Conecte-se com o mundo, não com a tecnologia, e você melhorará muito suas habilidades sociais e sua vida.

Fonte: Huffington Post

Sua vizinhança pode colaborar ativamente para o risco de infarto, AVC e outras comorbidades, veja aqui o motivo

Diga-me onde moras e eu te direi como será a sua saúde. Parece exagero, né? Mas não é tanto assim.

Viver em um bairro mais verde e arborizado pode reduzir alguns marcadores para doenças cardíacas e derrames, segundo um estudo de cinco anos, publicado em 5 de dezembro de 2018, pelo Journalof American Heart Association.

Os pesquisadores coletaram amostras de sangue e urina de 408 pessoas recrutadas de uma clínica de cardiologia na cidade de Louisville, no estado americano de Kentucky.

Eles também estimaram a exposição do espaço verde usando imagens de satélite que mostravam a densidade da vegetação em cada um dos bairros dos participantes.

As pessoas que viviam em um ambiente mais verde tinham níveis mais baixos de estresse e indicadores de melhor saúde.

Eles também tinham evidências de ter uma maior capacidade de reparar vasos sanguíneos quando comparados com pessoas que viviam em áreas com menos vegetação nas proximidades (principalmente distritos comerciais, áreas industriais e zonas de transporte).

Outra pesquisa, publicada em 2016, numa parceria entre o Departamento de Parques e Recreação de Miami e os cursos de Medicina e Arquitetura da Universidade de Miami, nos Estados Unidos, apontou que em bairros mais verdes a incidência de diabetes era 14%  menor e havia 13% menos casos de hipertensão.

Os casos de hiperlipidemia (excesso de gorduras, como colesterol, no sangue) caíram 10%. O número total de pessoas que apresentaram algum tipo de condição crônica foi 4,9% menor, nestas regiões, o que resultava em 3 anos a mais de vida, em média.

Fonte: Harvard Health