O estado de graça tem alguns sintomas não tão cheios de graça. Com as mudanças que ocorrem no corpo e as adaptações para desafiar as leis da física e dois corpos caberem no mesmo espaço, o organismo responde com alguns sintomas incômodos.

E como bem-estar é o nosso negócio – em qualquer período da vida e circunstância – reunimos as dicas do Espaço Gestar para ajudar a aliviar esses sintomas:

Dores nas costas e pernas:

Náuseas:

Inchaço:

Exercícios físicos e perda de peso são fundamentais para quem quer vencer a e ser mãe

Estudo realizado na Faculdade de Medicina da Pensilvânia (Estados Unidos) analisou 150 mulheres que sofrem da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) e que desejavam ter filhos. Aquelas que praticavam exercícios regularmente apresentaram maior taxa de gravidez quando comparadas às sedentárias.

De acordo com o autor do estudo, Richard Legro, os resultados sugerem que exercícios e perda de peso são mais efetivos ainda do que apenas regular a ovulação fazendo uso de pílulas anticoncepcionais antes de tentar engravidar. Sabe-se que essa síndrome pode resultar em ciclos menstruais irregulares, ganho de peso e infertilidade.

De acordo com Assumpto Iaconelli Junior, diretor do Fertility Medical Group, a síndrome atinge entre 5% e 10% das mulheres em idade reprodutiva, sendo a irregularidade do ciclo menstrual e a anovulação crônica típicas dessas pacientes. “Vale ressaltar que 46% das pacientes com SOP apresentam síndrome metabólica – que é caracterizada pelo aumento dos triglicerídeos, aumento da pressão arterial, intolerância à glicose e obesidade central. Por isso mesmo é que buscamos tratar a obesidade quase sempre que tratamos os ovários policísticos. Quando a paciente consegue perder 10% do peso corporal, normalmente reduz a concentração de insulina, regulariza o ciclo menstrual e a ovulação, além de melhorar a fertilidade da paciente”.

Além de serem encorajadas à modificação no estilo de vida, pacientes que estão enfrentando dificuldade para engravidar costumam ser tratadas com agentes sensibilizadores de insulina. Esses medicamentos aumentam a resposta endógena à insulina, reduzindo a necessidade de produção e restaurando os níveis normais de insulinemia – o que melhora o padrão ovulatório e aumenta a resposta em tratamentos de baixa complexidade.

O especialista afirma que em determinadas situações a paciente também é submetida a uma suplementação com vitaminas do complexo B, a fim de reduzir os riscos de infertilidade por falta de ovulação. “Por isso mesmo, além de combater o sedentarismo e perder peso através de uma dieta saudável e balanceada, recomendamos a indução de ovulação e aplicação de técnicas de baixa complexidade para quem quer engravidar. A fertilização in vitro é indicada tão somente nos casos em que esses recursos falharam”.

Em tratamentos de fertilização assistida, Iaconelli chama atenção para a importância de o médico não somente tratar a paciente com SOP ou Síndrome Metabólica, mas lançar um olhar mais abrangente para o estilo de vida do casal, checando seus hábitos alimentares, se praticam alguma atividade física, e o quanto de estresse está presente na vida familiar e profissional. “Pacientes com índice de massa corporal igual ou superior a 30 são normalmente encaminhados para uma nutricionista especializada. O objetivo é que a dieta de perda de peso possa não só melhorar os índices gerais de saúde dos pacientes, mas também contribuir para aumentar a fertilidade do casal. Estudos mostram que pessoas que reduziram o consumo de massas, doces, frituras, carnes vermelhas e bebidas alcoólicas durante o tratamento de fertilização assistida duplicaram suas chances de engravidar. Um IMC saudável varia entre 19 e 25”.

Tudo na vida é escolha e em toda escolha há uma renúncia. Quando escolhemos trabalhar fora ou ficar com os filhos nunca sabemos se foi a melhor opção e nós nunca saberemos.

Uma pesquisa recente da Universidade de Harvard revelou que os filhos das mães que trabalham fora são mais responsáveis e autônomos. Outro estudo norte-americano também apontou que crianças cujas mães trabalham são melhores alunas.

Tais resultados acabaram servindo como um alento a tantas mães que, em sua maioria, costumam sentir culpa por ter que abrir mão de estar mais tempo com os filhos para se dedicarem à carreira.

Para a especialista em autoconhecimento e inteligência comportamental, Heloisa Capelas, os resultados são excelentes e confirmam exatamente o que ela tem analisado nos jovens que participam de seus cursos de autoconhecimento no Centro Hoffman. “Costumo dizer às mães que quando os filhos forem adultos eles sempre terão queixas delas e de suas infâncias, então, o melhor que elas podem fazer agora, é viver como acreditam ser melhor. Isto é, as mães, antes de qualquer coisa, são seres humanos que têm sonhos e querem realizá-los. Ir atrás do sucesso e da felicidade é obrigação de todos nós”.

A especialista, que é mãe de quatro filhos e nunca parou de trabalhar, completa que as mães não podem cair em armadilhas, como, por exemplo, dizer que não viveram porque os filhos não deixaram. “Dar a desculpa que trabalha para dar um futuro melhor para os filhos também não vale, pois sempre fazemos o que achamos melhor. Então, se trabalhamos é porque queremos. Nós valorizamos o dinheiro e uma vida melhor e não nossos filhos”. Para as mães que optam em ficar em casa para cuidar das crianças, também vai um recado. “Se não trabalhamos para ficar com eles isso deve ser um prazer e não por culpa ou por falta de opção, pois sempre a temos”.

Tudo na vida é escolha e em toda escolha há uma renúncia. “Quando escolhemos trabalhar fora ou ficar com os filhos nunca sabemos se foi a melhor opção e nós nunca saberemos. Escolher é sempre risco e o que precisamos levar em conta é que escolhemos sempre por nós. Filhos são sempre desculpa e/ou justificativa de nossas escolhas”.

Heloisa ressalta que as mães devem ser suficientes, mas não se preocuparem em ser perfeitas, pois o ideal e a perfeição não existem. “O que me dirigiu esses anos todos, minha filha mais velha tem 33 anos, foi o pensamento: Vou ensinar a ‘Ser Feliz’, sendo. E ensinar o autocuidado e a buscar sempre o amor e o melhor, fazendo por mim para que eles aprendam a fazer por eles”.

Também conhecida como gravidez geriátrica, a gravidez após os 35 apresenta dores e delícias diferentes

Nos últimos anos, conforme a mulher conquista espaço no mercado de trabalho, a maternidade vem sendo adiada. Dados apresentados em 2005 pelo Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC), do Ministério da Saúde do Brasil, mostram aumento na proporção de nascimentos em mães com 40 anos ou mais. “Atualmente, registra-se uma tendência cada vez maior de gravidez entre mulheres que se encontram na faixa entre os 35 e 45 anos. Uma gestação nesta fase da vida exige dos profissionais de saúde mais atenção, já que há maiores chances de complicações para a mulher e para o feto”, explica o Ginecologista e Obstetra do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Dr. Fábio Muniz.

De acordo com o especialista, dados da literatura médica citam que a faixa etária ideal para ter filhos estaria entre 20 e 29 anos. Porém, existem variações quanto à definição de idade materna avançada para a gravidez, sendo que alguns autores consideram o limite de 35 anos e outros até os 45. O consenso é que quanto mais tardia a gravidez, maiores são os riscos.

“As gestantes com mais idade vão engravidar numa fase em que coincide com o início de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, disfunções da tireóide entre outras. Existem outras patologias que também se apresentam com maior frequência neste período, como abortamentos e anomalias cromossômicas. A incidência de Síndrome de Down, por exemplo, em gestações aos 18 anos é de 1 entre 1000, já aos 40 anos passa a 1 entre 100”, explica Dr. Fábio.

Mas nem só de riscos é feita a maternidade tardia. Um estudo realizado com 28 mil mulheres na Califórnia mostrou que as mães mais velhas tendem a viver mais do que as mães mais jovens. E isso é algo que todo mundo busca, não é mesmo?

Outro benefício da maternidade tardia é a melhora na memória e funcionamento do cérebro. Ter um bebê mais tarde pode impulsionar suas habilidades de memória e poder do cérebro. Em termos de por que isso acontece, pensa-se que o aumento maciço de hormônios durante a gravidez pode ter um impacto positivo na forma como seu cérebro funciona, por isso, se você ficar grávida mais tarde, esses benefícios permanecerão por mais tempo.

A evolução dos conhecimentos médicos permite que seja possível mulheres em idades avançadas curtirem a maternidade. “O ideal é que o pré-natal comece antes mesmo da concepção. O casal deve procurar o ginecologista antes de engravidar para uma avaliação clínica geral com investigação das funções cardíacas, renais, entre outras. A realização de exames laboratoriais, a atualização vacinal e medidas visando uma gravidez saudável como o controle do peso.

Se tudo estiver bem, recomenda-se o uso de ácido fólico (vitamina do Complexo B) para diminuir o risco de malformação do sistema nervoso central do bebê, bem como outras vitaminas que estejam em carência”, aconselha o obstetra.

Outro ponto que merece atenção para aquelas que desejam engravidar com mais de 40 anos é o aspecto emocional. Segundo Dr. Fábio, a cobrança por gerar filhos e algumas tentativas sem sucesso podem acarretar frustração que impactam na taxa de fecundidade. “É fundamental o acompanhamento multidisciplinar nestas circunstâncias”, acrescenta.

O Dr. Fábio Muniz explica ainda que mulheres após os 35 anos que engravidam espontaneamente possuem, do ponto de vista teórico, mais chances de terem gravidez gemelar. Isso acontece porque, nesta faixa etária, o estímulo para ovular precisa ser maior. Assim, o organismo produz mais FSH (hormônio estimulador de folículos, que são as estruturas dos ovários que contêm os óvulos) para garantir o desenvolvimento dos poucos folículos que restam. Então, aumenta a probabilidade de se produzir mais de um óvulo em um mesmo ciclo.

 

Após nove meses de mudança corporal extrema com a gravidez, ainda há mais surpresas

A vida muda depois de ter um bebê. Mas enquanto todos alertam sobre as alterações no sono e mais estresse, ninguém menciona outra mudança: o que acontece com os pedaços de sua senhora.

Toda mulher sofrerá algumas mudanças vaginais após o parto e nada será exatamente igual que antes de engravidar.

Mas aqui está a vantagem. Embora seja totalmente normal que as coisas pareçam e sintam diferentes ali embaixo, a maioria dessas mudanças desaparece à medida que sua produção de hormônio e outras funções do corpo retornam aos níveis regulares de pré-gravidez. Além disso, há algumas coisas que você pode fazer para tornar a transformação mais curta e menos intensa. Aqui está o que esperar quando você não está mais esperando.

1 – Sua vagina pode parecer mais frouxa

Depois de um parto normal é natural que os músculos do assoalho pélvico de uma mulher relaxem e percam um pouco de tônus. Isso pode tornar a vagina mais fraca, especialmente no primeiro ano após o parto. Também pode parecer que está mais arejado lá em baixo. Quão maior sua vagina ficará depende de muitos fatores, incluindo quanto tempo você esteve no trabalho de parto e quão grande era seu recém-nascido.

Se a folga incomodar você, você pode tomar medidas para apertar as coisas. Fazer exercícios de pompoarismo regularmente pode ajudá-la a voltar a ficar normal ao longo do tempo. Manter um peso saudável e cuidar da sua saúde em geral também ajudará a sua vagina a retornar ao seu tamanho e sensação usuais.

2 – Ela pode ficar mais seca

A secura vaginal é uma das queixas mais comuns de novas mães que estão amamentando. A amamentação faz com que os níveis de estrogênio caiam e a falta de estrogênio pode deixar algumas mulheres se sentindo mais secas. Uma vez que está ligada à amamentação, a secura vaginal é geralmente uma coisa temporária. Então, se você está pronta para continuar a fazer sexo novamente, mas a secura está dificultando as coisas, aposte em um lubrificante vaginal.

3 – Talvez fique dolorida

Parir um bebê pode ser áspero para a vagina, o tecido circundante pode rasgar. Apesar da costura imediata, recuperar a dor e o trauma pode levar algum tempo, especialmente se o ferimento envolver não apenas a pele, mas também o músculo. Para aliviar, faça banhos de assento com água morna para aliviar o inchaço e a dor.

4 – A cor pode mudar

Não se assuste se a sua vulva – a área apenas fora do canal vaginal que inclui os lábios, o clitóris e o períneo mudam de cor após o parto. Essas áreas estão sujeitas a mudanças de pigmento não só devido a alterações hormonais durante a gravidez, mas também por cicatrização ou reparos cirúrgicos após o parto.

5 – Você terá sangramentos

Não há motivos para se alarmar com os sangramentos, a menos que sejam acompanhados por um mau cheiro, dor ou prurido.

Se você ama ser mãe ou quer ser mamãe algum dia, de sangue ou de coração, saiba que isso pode afetar fisicamente

Ser mãe é uma delícia. Ouvir o primeiro chorinho do filho de sangue, ver pela primeira vez os olhinhos do filho do coração, escutá-los chamando “mamãe” a cada cinco minutos (pode até cansar, mas você sentirá falta disso), tudo é muito especial quando o assunto é maternidade, embora esteja longe de ser um mar de rosas.

Mas a ciência comprova que ser mãe é, além de tudo, benéfico para a sua saúde. Isso mesmo.

Mulheres com filhos se alimentam melhor

Segundo a Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, as mulheres mostraram menos transtornos alimentares depois de terem filhos, o que os pesquisadores descobriram que foi em grande parte devido a uma redução no comportamento impulsivo e uma queda no uso de álcool.

Além disso, a fim de dar exemplos de boa alimentação, mães acabam abrindo mão de itens menos saudáveis e passam a comer mais legumes e frutas, pois ao oferecer aos filhos podem também consumir esses alimentos.

Mães têm risco de câncer reduzido

Mulheres que não têm filhos ou que tiveram seu primeiro filho após os 30 anos têm um risco ligeiramente maior de ter câncer de mama do que mulheres que tiveram gestações antes dos 30 anos, pois a gravidez diminui a exposição de uma mulher a hormônios que os ovários produzem durante seu ciclo menstrual normal.

O tecido mamário é muito sensível a esses hormônios, e a exposição prolongada ao longo da vida pode estimular o tecido mamário e levar a um aumento do risco de câncer de mama ao longo da vida.

Da mesma forma, ter filhos reduz o risco de câncer de ovário. Durante a gravidez e a amamentação, nenhum óvulo é produzido e os ovários são essencialmente “rejeitados”. Em um nível molecular, cada vez que a ovulação ocorre, o ovário é reparado. O fechamento da ovulação diminui o número de vezes que os ovários tentam reparar suas cápsulas, diminuindo a possibilidade de” acidentes genéticos que podem levar ao câncer. Ter filhos quando você está em seus trinta e quarenta anos também pode proteger contra o câncer endometrial.

O cérebro das mães é maior

Coração de mãe fica maior. Mas o cérebro também. Um estudo publicado na Behavioral Neuroscience descobriu que os cérebros das novas mães aumentaram em áreas ligadas à motivação e ao comportamento. As mães que classificaram seus bebês como “perfeitas”, “especiais” e similares mostraram o maior crescimento em exames cerebrais. Os autores do estudo teorizaram que as alterações hormonais logo após o nascimento podem ajudar a remodelar o cérebro para ajudar as mães a se motivarem seus bebês.

Xô, endometriose

Se você lutou contra a endometriose antes da gravidez, sua condição pode melhorar depois. A endometriose é um problema de saúde da mulher no qual células do revestimento do útero (endométrio) crescem fora do útero, causando dor, sangramento irregular e até mesmo infertilidade em algumas mulheres. Os sintomas da endometriose melhoram em estados de diminuição do estrogênio, por isso a gravidez ajuda a melhorar.

Mães são mais musculosas

Sim. Ter um filho que necessita ser carregado faz com que seus músculos ganhem tônus, como braços, pernas e costas, que precisam dar sustentação a isso tudo.

Mães que voltam a trabalhar podem, sim, continuar amamentando seus bebês, veja como

Embora muitas mães achem que é obrigatório desmamar antes de voltar ao trabalho, mais e mais mães descobrem e optam por continuar a ser a fonte de alimentação de seus bebês mesmo depois de voltarem a trabalhar.

São muitas as vantagens da amamentação e com mais informações disponíveis, hoje as mães sabem que não precisam desmamar para voltar ao mercado e não querem que seus bebês percam os benefícios do leite materno apenas porque elas têm de voltar ao trabalho ou à escola.

Existem vários elementos importantes a serem considerados para continuar com sucesso amamentando seu bebê quando você retorna ao trabalho ou aos estudos. Veja algumas dicas para que essa transição aconteça da melhor maneira possível:

  1. Compre uma bomba apropriada que esvazie seus seios de forma rápida e eficiente;
  2. Organize pausas em intervalos regulares (idealmente a cada três horas) durante o dia para ter tempo de retirar o leite;
  3. Encontre um local privado para bombear, de preferência com acesso a uma tomada elétrica;
  4. Estabeleça um bom suprimento de leite após o nascimento do seu bebê e antes de retornar ao trabalho ou à escola. Isso tornará a manutenção do seu abastecimento quando você voltar a sair com regularidade;
  5. Tente oferecer a mamadeira quando seu bebê não está morrendo de fome. Isso pode parecer ilógico, mas quando um bebê está frenético de fome, ele não terá vontade de tentar algo novo. Ele apenas quer comer.

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