Você conhece os sintomas? Humanos podem ser contaminados pelos animais?

Diarréia e pelagem sem brilho são alguns dos sintomas causados pelos vermes em cães. Assim como os seres humanos, os cães são suscetíveis aos parasitas internos, mais conhecidos como vermes. Há diferentes tipos de vermes, sendo os mais comuns os intestinais. Eles são transmitidos pela água, pelos alimentos, pelo contato com fezes, outros animais, entre outras formas de contágio. A gerente técnica da Virbac (laboratório farmacêutico veterinário), Fabiana Zerbini, esclarece dúvidas sobre o assunto.

– Quais são os sintomas em cães?

São vários. Diarréia, emagrecimento progressivo, crescimento tardio, barriga inchada, fezes com consistência mole e às vezes com sangue, além de anemia. Há outros sintomas, mas esses são os mais comuns.

– Cães de todas as idades podem ser contaminados?

As infecções parasitárias acometem cães de todas as idades, mas usualmente são mais prevalentes em filhotes. Alguns parasitas são transmitidos durante a gestação e/ ou amamentação, caso a mãe tenha vermes.

– Como é feito o diagnóstico?

O animal deve ser levado ao veterinário. Um exame de fezes detecta a presença de vermes. Após o resultado, o profissional estará apto a indicar o tratamento.

– É possível fazer algo para prevenir os vermes?

Sim. A vermifugação deve ser feita periodicamente. Em geral, os veterinários recomendam de três em três meses com reforço 15 dias após a vermifugação. Para o verme do coração é recomendada uma dose a cada mês. Outras precauções: higienizar com frequência os locais onde ficam os animais, sempre fazendo uso de produtos adequados, e não permitir o contato destes com fezes de outros animais, o que pode acontecer durante passeios em locais públicos, por exemplo.

– O ser humano pode ser contaminado?

Sim. A doença é considerada uma zoonose quando é transmitida de animais para seres humanos. A infecção humana ocorre principalmente pela ingestão de ovos larvados presentes no solo poluído, em objetos do animal e em mãos contaminadas com fezes.

– Quais são os tipos mais comuns de vermes?

Cães podem ser parasitados por diversas espécies de vermes redondos (nematóides) e chatos (cestóides). Os animais também podem ser contaminados por protozoários (giárdia).

Além dos benefícios já apontados para adultos, esses bichinhos podem ajudar muito os pequenos

Dar um cachorro para uma criança pode melhorar sua saúde mental, segundo uma nova pesquisa do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (EUA). Já apontamos os benefícios para a saúde que o animal de estimação pode oferecer para adultos, mas esse é um estudo pioneiro em avaliar esses efeitos nas crianças.

Os investigadores analisaram dados sobre 643 crianças com idades entre 18 meses e mais velhos, com uma idade média de 6,7 anos. 45% eram do sexo feminino, e 58% tinham cães de estimação. Os pais das crianças preencheram uma ferramenta de rastreio médico que avaliou o índice de massa corporal (IMC), tempo na frende de telas, saúde mental, atividade física e tempo com animais de estimação.

Mesmo quando os pesquisadores controlavam fatores de risco de ansiedade, as crianças que tinham cães eram menos propensas a ter ansiedade, com 12% de taxa de sintomas em comparação com a 21% entre as crianças que não possuem animais de estimação.

Mas o fato de ter um animal de estimação não produziu diferenças no IMC, tempo de tela, ou níveis de atividade física.

Embora a equipe não tenha avaliado diretamente a forma como os cães podem melhorar a saúde, eles sugerem possíveis correlações. Animais de estimação podem incentivar brincadeiras e interações social, o que pode reduzir a ansiedade e melhorar o apoio social. Os cães podem servir como um companheiro solidário e desenvolver o sentido de responsabilidade e empatia das crianças.

Nos adultos, os benefícios vão de ajudar a parar de fumar, melhorar também seus níveis de ansiedade, a auxiliar no combate do sobrepeso e obesidade por “forçá-los” a realizar mais atividades físicas. Além disso, ter um cão pode até mesmo regular o colesterol e a pressão arterial.

Levar o seu amigo peludo na sua viagem de verão pode ser divertido para todos – contanto que você planeje antecipadamente

Nossos animais de estimação são parte da família. Eles passam os dias conosco, festas, aniversários e merecem estar em todas as fotos de família. Então, por que não nas viagens também? Para muitas pessoas, tirar férias sem seus pets não é uma possibilidade. Hotéis para animais de estimação e serviços de cuidados em domicílio são uma realidade, mas também o são pousadas e hotéis pet-friendly, ou seja, que aceitam a hospedagem com animais de estimação. Portanto, se você planeja passar suas férias ou o feriado com seu peludo longe de casa, aí vão algumas dicas preciosas para manter o bem-estar do seu bichinho e a sanidade da família.

Prepare seu animal de estimação

Visite o veterinário para ter certeza de que seu animal está em boas condições físicas para viajar, atualize as vacinas e obter um certificado de registros de saúde e vacinação, que será necessário para muitas companhias aéreas. Certifique-se de que seu animal de estimação também tenha um identificação adequada, use a plaquinha com nome e seu telefone para evitar problemas caso ele se perca. Usar um vermífugo antes também pode evitar problemas.

Para evitar náuseas e vômitos durante a viagem, evite alimentar o animal algumas horas antes de sair de casa. Você não precisa fazê-lo morrer de fome, no entanto, leve alguns petiscos leves para a hora da viagem, caso seja muito longa.

Faça as malas do seu pet

Você provavelmente precisará de uma caixa ou bolsa de transporte para levá-lo de uma maneira segura durante a viagem. Uma maneira de fazer com que o bichinho se acostume à bolsa ou caixa é deixá-la aberta em casa antes com brinquedos ou guloseimas.

E não se esqueça de fazer as malas para o seu pet: levar comida, medicamentos, presentes, coleiras, brinquedos e, idealmente, a cama dele.

Na estrada ou no ar

Se você estiver dirigindo e seu animal de estimação não estiver acostumado a viagens de carro, prepare-se fazendo pequenas viagens nas semanas que antecedem suas férias. Faça o seu melhor para planejar suas rotas para saber quando e onde você pode parar para fazer caminhadas e intervalos para “banheiro”.

Se a sua viagem for de avião, verifique com sua companhia aérea as regras. Muitos restringem os cães braquicefálicos (com nariz curto) na carga porque são mais suscetíveis a mudanças na umidade e temperatura. Animais de estimação que podem caber confortavelmente em uma transportadora sob o seu assento normalmente podem ir na cabine com você, mas os animais maiores provavelmente irão para o compartimento de carga. A viagem de carga pode ser muito estressante para os animais e tem seus próprios riscos; você terá que decidir se vale a pena levar seu animal de estimação junto.

Mantenha-os calmos

Seu animal de estimação é habitualmente nervoso? Converse com seu veterinário. Colares de feromônio, florais, precursores de serotonina ou uma gota de óleo essencial de lavanda esfregada em seu pêlo podem ajudar. Algo acolhedor e familiar, como um cobertor ou peça de roupa que tenha o seu cheiro também pode ser terapêutico e ajudar a acalmar seu bichinho enquanto estiver longe, mesmo que seja só no banco de trás do carro.

Depois de chegar ao seu destino, tente manter sua programação de caminhada e alimentação – uma sensação de normalidade fará com que os animais de estimação se sintam à vontade em sua casa longe de casa.

Mantenha seu pet seguro durante uma viagem de carro

Faça paradas frequentes (a cada 2-3 horas) para permitir que seu animal de estimação vá ao banheiro e faça algum exercício.

Prenda adequadamente seu animal de estimação no carro para evitar ferimentos em seus bichos, a você e outros passageiros.

Não se deve permitir que animais de estimação passeiem com a cabeça para fora da janela. Eles adoram e ficam super fofos com o vento batendo em seus focinhos, mas sujeira e outros detritos podem penetrar nos olhos, ouvidos e nariz e causar ferimentos ou infecções.

Os animais de estimação não devem poder andar no colo do motorista ou perto dos pés do motorista. Animais de pequeno porte devem ser confinados em caixotes ou em camas seguras para viagem, e animais de estimação maiores devem ser adequadamente contidos com cintos de segurança presos aos cintos de segurança do carro.

Os gatos devem ser transportados em caixas transportadoras.

Limite adequadamente seu animal de estimação ao viajar em carros ou outros veículos e nunca deixe seu animal de estimação em seu veículo sem você.

Fonte: Health Magazine e American Pet Association

Ter uma propensão a gostar de cães pode estar em sua composição genética, é o que afirma uma pesquisa

Você é cachorreira ou gateira? Alguns dizem que quem prefere os cães é mais bondoso e carente, enquanto quem prefere gatos é mais inteligente e egoísta. E a discussão pode ser acalorada.

Enquanto alguns podem pensar que uma preferência por um companheiro canino poderia ser atribuída aos animais de que foram cercados durante toda a sua infância, um novo estudo afirmou que a sua preferência pode estar no deu DNA.

Uma equipe de cientistas suecos e britânicos realizou uma estudo para avaliar a “hereditariedade da posse de cães“.

Os pesquisadores compararam a composição genética de 35.035 pares de gêmeos usando dados do Swedish Twin Registry (Registro Sueco de Gêmeos) para o estudo, que foi publicado na revista Scientific Reports.

Enquanto gêmeos idênticos compartilham seu genoma inteiro, gêmeos não-idênticos compartilham aproximadamente metade de seu genoma.

Portanto, analisando a composição genética dos gêmeos, os cientistas puderam comparar o impacto do ambiente em relação à genética.

De acordo com o estudo, se uma metade dos gêmeos idênticos é dona de um cachorro, ambos são mais propensos a serem donos de cães, uma descoberta que os cientistas atribuem ao seu genoma compartilhado.

Porém, quando se trata de gêmeos não-idênticos, eles são muito menos propensos a ambos possuirem cães.

Outro fator que pode determinar se os gêmeos têm ou não um cachorro é viver em um ambiente compartilhado, um fator que os pesquisadores só avaliaram no início da vida adulta.

“Descobrimos que os fatores genéticos aditivos contribuíram em grande parte para a posse do cão, com herdabilidade estimada em 57% para as mulheres e 51% para os homens”, afirmaram os pesquisadores.

Tove Fall, principal autor do estudo e professor de epidemiologia molecular na Universidade de Uppsala, disse que a equipe ficou “surpresa ao ver que a composição genética de uma pessoa parece ter uma influência significativa no fato de possuir um cão“.

“Como tal, essas descobertas têm implicações importantes em vários campos diferentes relacionados à compreensão da interação cão-humano ao longo da história e dos tempos modernos”, afirmou o professor.

Carri Westgarth, conferencista em interação homem-animal na Universidade de Liverpool e coautora do estudo, acrescentou que as descobertas do estudo são significativas, pois “sugerem que os supostos benefícios à saúde de possuir um cão relatados em alguns estudos podem ser parcialmente explicados por genética diferente das pessoas estudadas “.

Patrick Magnusson, autor sênior do estudo e professor associado de epidemiologia no Karolinska Insitutet, explicou que o estudo não conseguiu identificar exatamente quais genes podem determinar se uma pessoa é propensa a possuir um cão.

No entanto, o estudo “pelo menos demonstra pela primeira vez que a genética e o meio ambiente desempenham papéis iguais na determinação da propriedade dos cães”, disse Magnusson.

“O próximo passo óbvio é tentar identificar quais variantes genéticas afetam essa escolha e como elas se relacionam com traços de personalidade e outros fatores, como alergia”, acrescentou o professor.

Fonte: The Independent (UK)

Winston Churchill afirmou que “cachorros nos veem de baixo, gatos nos olham de cima”. Mas o que isso realmente significa?

Ser gateira ou cachorreira (ou os dois, ou nenhum dos dois) pode dizer muito mais sobre a sua personalidade do que você pode imaginar. É o que afirma uma pesquisa publicada no Psychology Today.

Os motivos de quem escolhe um cão ou um gato como animal são diferentes. 38% de quem tem o cachorro escolheu porque queria companhia, enquanto 45,6% dos donos de gatos queriam afeto.

Ter um cachorro é uma experiência essencialmente social, já que você precisa levá-los para passear e um cachorrinho pode ser uma poderosa válvula de interação social. Eles também dão mais trabalho. O que pode significar que uma pessoa que prefere cães é naturalmente mais fácil de se conviver e está disposta a dar duro para que suas relações funcionem bem.

Por outro lado, pessoas que possuem gatos assinam um contrato de longo termo, pois eles vivem mais do que os cachorros. Além disso, gatos têm seus donos, não o contrário. Isso também pode ser um diferencial, afinal, essas pessoas não tem os problemas de controle que alguém com um cachorro pode ter e talvez seja mais autossuficiente, por isso não precisa da validação externa que um cão oferece. Mas gatos não oferecem tantos benefícios sociais e nem sempre são muito sociáveis. Talvez por isso sejam os reis do ciberespaço.

Mas, apesar dos palpites, veja o que a ciência diz sobre gateiros e cachorreiros

1. Cachorreiros são mais extrovertidos

Sim, estudos confirmam nossas crenças culturais gerais, o primeiro conduzido por Samuel D. Gosling e outros de acordo com os Cinco Grandes Traços de Personalidade. Seus resultados confirmam os resultados de outros estudos de que pessoas com cães eram mais extrovertidas e menos neuróticas do que os donos de gatos. Mas este estudo também mostrou que o grupo felino estava mais aberto às experiências do que o canino.

2. Gateiros são mais inteligentes e mais intelectualmente curiosos

Isso é o que um estudo de 600 estudantes universitários conduzido por Denise Guastello e seus colegas descobriu, ao mesmo tempo, confirmando achados anteriores de que os amantes do cães são mais extrovertido e animados. Mas aqueles que preferem felinos são mais introvertidos, sensíveis e de mente aberta. Além disso, este estudo afirma que não são mais neuróticoso. Eles também tendem a ser mais não-conformistas, talvez ecoando a independência pela qual os gatos são famosos e conseguiram maior pontuação em testes de inteligência.

3. O animal com que você se identifica pode refletir a sua visão do mundo

Uma pesquisa feita pela revista Time mostrou que os liberais tendem a preferir gatos, enquanto os conservadores estavam mais propensos a gostar de cães. Mas algumas pesquisas sugerem que este pode ser verdade: trabalhando a partir da proposição de que “as pessoas preferem animais de estimação que se comportam de uma maneira que complementa suas próprias personalidades“.

4. Dicotomia de gênero

A socióloga Lisa Wade pontua que gateiro ou cachorreiro é só mais uma maneira de classificar se uma pessoa é mais feminina ou masculina. “Afinal de contas, não é estereotipo as mulheres terem gato e homens terem cães? E não achamos que os homens com os gatos são um pouco femininos ou, no mínimo, mais doces do que a maioria … mesmo, talvez, gay? E não imaginamos que mulheres com cachorros são mais duras e atrapalhadas? A dicotomia / cão gato é de gênero “.

Ajude seu gato a perder peso e entenda os riscos da obesidade felina

A obesidade atinge de 25% a 30% da população felina. Apesar de parecer fofo, um gato “gorducho” pode estar em sério risco. Entenda essas complicações e aprenda a emagrecer o seu gato.

O que vem com a obesidade felina?

A obesidade é uma complicação que não anda só. Ela pode contribuir com o surgimento de outros problemas de saúde, tais como doenças respiratórias, cardiovasculares, dermatológicas, ortopédicas, renais e hepáticas. A obesidade também aumenta as chances de o animal desenvolver diabetes, o que acarreta vários transtornos ao animal, podendo levar à morte.

Meu gato está obeso?

O gato é considerado obeso quando apresentar um sobrepeso a partir de 30% do seu peso estimado. Para diagnosticar este estado, o ideal é leva-lo ao veterinário para uma avaliação, inclusive para identificar as causas da obesidade, que pode ser desde um comportamento sedentário somado a uma alimentação inadequada até uma situação de hipertireoidismo.

Entretanto, há alguns truques que podem ajudar a identificar se o pet está acima do peso ou não: ao olhar o gato de cima, ele deve ter uma cintura visível e ao apalpar a região do tórax do animal, deve ser possível sentir as costelas. Esses são sinais de que o pet não está obeso, mas para uma avaliação completa e certeira, o recomendado é levar o gato para ser examinado no veterinário.

Como emagrecer meu gato?

A perda de peso estimada para gatos é de 0,5 a 1% do peso corporal por semana. “Dependendo de quanto peso o animal tem que perder, o tratamento pode durar vários meses”, alerta Patrícia Padovez, veterinária e coordenadora técnica da Farmina Pet Foods. Segundo a profissional, a dieta deve ser prescrita por um veterinário, que irá acompanhar a perda de peso e o escore corporal do pet.

As embalagens das rações possuem uma tabela com a quantidade diária recomendada, para os diferentes tamanhos de cães ou gatos e esta quantidade é diária, não deve ser oferecida a cada refeição. Ofereça a quantidade diária de alimento dividida em várias vezes ao dia.

Existem rações para manutenção e para perda de peso. Alimentos com alto teor de fibra e o aumento da ingestão de água também podem ajudar a saciar o apetite.

Evite a obesidade felina

Brinque com seu gato! Gato sedentário tende a tornar-se obeso, por isso, estimular o gasto de energia é essencial. Ofereça brinquedos para o bichano se exercitar.

Bolinhas, arranhadores, caixas de papelão e caneta laser são excelentes opções para o pet brincar. Outra dica é preparar o ambiente para que o animal se exercite: felinos gostam de lugares altos para explorar.

Seu bichinho de estimação é muito mais do que apenas uma ótima companhia, é uma bomba de amor e boa saúde

Cachorros, gatos, porquinhos da índia, peixes, coelhinhos são fofos e todo mundo ama (e quem não ama, desconfie) e toda a alegria que esses fofinhos nos trazem vem com muitas consequências boas para a saúde.

Há uma série de benefícios comprovados para as pessoas, incluindo melhorias físicas, mentais e emocionais, desde o aprimoramento de habilidades sociais até a redução do risco de ataque cardíaco. Continue lendo para descobrir cinco razões para abrir sua casa para um amigo peludo e por que isso pode ser exatamente o que o médico receitou.

1. Afasta as alergias

É isso mesmo! Vários estudos demonstram que ter um animal de estimação em casa pode diminuir a probabilidade de uma criança desenvolver alergias relacionadas em até 33%. Segundo pesquisa publicada no Journal of Allergy e Clinical Immunology, crianças expostas precocemente a animais tendem a desenvolver sistemas imunológicos mais fortes em geral.

Embora isso possa não significar muito para adultos que já estão sofrendo com alergias de longa data, é uma boa notícia para as famílias em que isso já não é um problema estabelecido, mas apenas uma preocupação sobre o que poderia acontecer no futuro.

2. Sua vida social ficará agitada

Um dos benefícios da posse de animais de estimação é que podem ser um quebra-gelo instantâneo. Os animais de estimação são uma ótima maneira de melhorar suas habilidades de socialização, especialmente com outros donos de animais. Embora às vezes as pessoas possam ter dificuldade em se conhecer, os animais de estimação podem ser o denominador comum que os ajuda a se conectar – mesmo entre pessoas que não parecem muito compatíveis. E com isso você pode fazer novos amigos.

3. Coração com amor e saúde

Um animal de estimação pode encher seu coração de amor e também ajudar a melhorar a saúde geral desse órgão. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e do Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos realizaram estudos relacionados ao coração em pessoas que têm animais de estimação.

As descobertas mostraram que os donos de animais exibem níveis reduzidos de pressão arterial, colesterol e triglicérides – que podem minimizar o risco de um ataque cardíaco no futuro. Para aqueles que já sofreram um ataque cardíaco, a pesquisa também indica que pacientes com um cão ou um gato tendem a ter melhores taxas de recuperação.
Acredita-se que esses benefícios estejam relacionados à tendência dos animais de estimação de ajudar a reduzir ou pelo menos controlar os níveis gerais de estresse de seus proprietários.

4. Xô, sedentarismo!

Precisa de um pouco de motivação para se exercitar? Os cães podem ser o personal trainer perfeito, mesmo porque a maioria deles precisa ser levada para passear várias vezes ao dia. De acordo com estudos como os conduzidos pelo Instituto de Bem-Estar do Northwest Memorial Hospital, as recompensas podem incluir perder – ou pelo menos manter – o peso.

Pesquisas conduzidas pelo Instituto Nacional de Saúde também apóiam essa afirmação – incluindo um estudo com mais de 2.000 adultos, que descobriu que os donos de cães responsáveis por passear com seus filhotes são menos propensos a serem obesos do que os donos de cachorros que passam a tarefa para outra pessoa. ou aqueles que não possuem cães.

5. Menos tristeza

Animais de estimação são uma ótima maneira de vencer a tristeza. Não só eles são conhecidos por oferecerem amor incondicional, mas também podem dar aos seus donos um senso de propósito, que pode ser crucial para aqueles que se sentem deprimidos. Os animais de estimação também combatem sentimentos de solidão, proporcionando companheirismo, o que pode impulsionar o seu humor em geral e até mesmo trazer-lhe sentimentos de alegria e felicidade. Isto é particularmente evidente entre os grupos como doentes e idosos.

Muito além do amor e dos benefícios sentimentais, gatos podem ser sua melhor fisioterapia

Ter animais de estimação é comprovadamente benéfico, especialmente para crianças, já que desenvolvem o senso de responsabilidade, a empatia e ajudam os adultos a não ficarem sedentários.

E os nossos amigos de sete vidas, os gatos, podem nos ajudar mais do que se imagina. Mais do que sua adorável e misteriosa companhia, gatos são verdadeiros spas com pelos e nariz rosa.

Entenda os motivos no infográfico abaixo:

7 motivos pelos quais gatos melhoram sua saúde

* Com informações do Care2.com

Alimentos comuns na mesa dos humanos podem ser muito prejudiciais para cães e gatos

Tomates, alho, cebola, uvas e maçãs podem ocasionar falência renal, taquicardia, vômito, convulsões e morte

Apesar das rações estarem substituindo cada vez mais as sobras de comida, muitos donos ainda oferecem alimentos inadequados a cães e gatos. Essa prática, feita para agradar os pets, pode representar sérios riscos à saúde do animal. “Além da comida industrializada, como embutidos, enlatados e conservas, muitos vegetais são extremamente tóxicos ao organismo de cães e gatos. Tanto que grande parte dos casos de intoxicação registrados em clínicas veterinárias do país são provocados pela ingestão de frutas e legumes, como tomates, alho, cebola, uvas e maçãs. Por isso, é fundamental conscientizar donos e também criadores sobre os cuidados necessários com a alimentação destes bichos de estimação“, alerta a veterinária Valéria Pires Corrêa.

Alho e cebola

Embora não sejam servidos em grandes porções, alho e cebola são consumidos em uma quantidade considerável por cães e gatos, à medida em que eles desenvolvem o hábito de se alimentar de arroz, feijão ou salada, misturados aos pedaços de carne que recebem de seus donos. “As espécies de alho e cebola mais comuns em nossa mesa são justamente as mais tóxicas para cães e gatos. Nelas, a quantidade de substâncias oxidantes, como odissulfeto de n-propil, é muito superior ao que as vias metabólicas antioxidantes destes animais conseguem suportar”, explica a veterinária. “Por isso, o consumo frequente desses vegetais pode resultar em uma reação conhecida como hemólise oxidativa. Ou seja, um processo que destrói a hemoglobina e os glóbulos vermelhos do sangue, ocasionando anemia profunda, icterícia, sangue na urina e até a morte.”

Uvas e passas

Utilizadas em pratos como arroz à grega ou em assados de diferentes tipos, uvas comuns ou passas também costumam ser oferecidas aos cães como parte das sobras da mesa. Esse tipo de alimentação, no entanto, pode afetá-los gravemente. Ao consumir uvas de qualquer tipo em grande quantidade, o cão pode apresentar vômito, diarreia, letargia e polidipsia (maior consumo de água). Outros sintomas como anorexia, depressão e oligúria (diminuição na produção de urina) também podem aparecer em função da intoxicação por uvas. “A substância que provoca todas essas reações ainda é desconhecida. Mas ingestão de uvas por cães pode levá-los, inclusive, à falência renal”, alerta Dra. Valéria.

Maçãs

As maçãs não são tóxicas para cães e gatos. Porém as suas sementes e, possivelmente, as suas folhas, carregam um composto conhecido como cianogênico-cianida. Essa substância altera o processo de respiração celular dentro do organismo do animal, causando palidez das mucosas, taquipneia, taquicardia, nauseas, vômito, convulsões e pode ocorrer a morte do animal. “Todos estes sintomas aparecem pouco tempo após a ingestão da fruta. Mas, em caso de dúvida, também se pode identificar esse tipo de intoxicação pelo odor próximo ao de amêndoas no hálito ou no conteúdo gástrico expelido com o vômito, as fezes ou a urina do animal”, explica Dra. Valéria.

Tomates

A ingestão de tomates afeta a saúde de cães e gatos em função da chamada tomatina. Essa substância é encontrada em maior quantidade em frutas verdes. Nas maduras, ela já está quase totalmente metabolizada. Contudo, é importante manter a cautela. A tomatina pode provocar distúrbios gastrointestinais e cardíacos, além de doenças que afetam o sistema nervoso central dos animais, como ataxia, fraqueza muscular e tremores. “Como os tomates servidos a cães e gatos quase sempre estão maduros, a absorção de tomatina pelo organismo deles não é grande. Por isso, casos mais graves de intoxicação por essa substância ainda são raros”, diz a veterinária. “Porém, é importante estar atento. Em sítios ou fazendas, por exemplo s, os pets podem ter acesso a frutos ainda verdes e apresentar complicações”, conclui.

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Ter um amigo de quatro patas é, sem dúvidas, muito prazeroso para o ser humano. Mas isso vai além do alento e alegria de ter um amigo com suas orelhas tão fartas, com o osso roído e o rabo entre as patas (como diria o saudoso Chaves no poema Cão Arrependido).

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