Como medida de proteção, muitas pessoas passaram a trabalhar de casa. Para quem nunca trabalhou nessa modalidade, é mais difícil equilibrar as funções de casa e do trabalho. Por isso, separamos algumas dicas que podem ajudar no balanço entre o home office e os cuidados em casa, principalmente para quem tem filhos

O avanço do Coronavírus mudou a rotina de todos, principalmente com relação ao trabalho e à vida cotidiana. Quem tem filhos possui ainda mais desafios. Crianças demandam atenção o tempo todo. Trabalhar de home office, cuidar da casa, dos filhos e da saúde mental se torna muito mais trabalhoso nesse período.

O surgimento do Coronavírus torna a situação ainda mais difícil. A maioria das escolas e curso pararam de funcionar, e por causa do isolamento e das recomendações para sair de casa apenas em casos urgentes e necessários, sair com as crianças para um parque ou um passeio não é uma opção.

As empresas também precisaram se adequar e adotar o esquema de home office, e muitos pais agora precisam lidar com a complicada missão de cumprir prazos, fazer reuniões, mandar e-mails e cuidar em tempo integral das crianças. É assustador, mas algumas medidas podem ajudar a tornar essa nova programação diária mais tranquila.

Crie uma rotina

Comece seu dia do mesmo jeito e no mesmo horário que começaria em um dia normal de trabalho. Pense em quantas horas são necessárias para seu trabalho, qual momento do dia é melhor para receber e realizar ligações. Um dos benefícios de trabalhar de casa é a flexibilização, por isso, pense seus horários conforme a necessidade. Uma solução é passar tarefas e atividades para seus filhos fazerem durante esses horários.

Crie limites

Converse com seus filhos e explique a situação e o quão importante é que você dedique esse tempo para o seu trabalho. Coloque um aviso nas horas em que é preciso total atenção, como uma placa ou uma sinalização como “momento de trabalho, não atrapalhe!”. Deixe claro que se houver necessidade seu filho pode bater à porta, mas avise que nem sempre você estará cem por cento livre nesses horários.

Separe o trabalho das funções parentais

Separar seu papel no trabalho e seu papel como pai e educador é fundamental nesse momento. Assim, ficará mais fácil ter a sensação de dever cumprido entre os dois. Por isso é importante ter um lugar tranquilo, sossegado e separado do resto da casa para trabalhar. Se tiver uma porta, melhor ainda. Ela te ajudará a bloquear sons que possam te distrair e a dar uma noção de começo e fim de uma atividade.

Esteja preparado para possíveis mudanças

Pode ser que aconteça um imprevisto, o que algum de seus filhos precise falar com você no meio de uma ligação. Quando isso acontecer, tente colocar o telefone no mudo, para que a pessoa do outro lado não escute o barulho externo. Se isso não for possível, tente dar um sinal não verbal para seu filho de que você não pode falar naquele momento. Caso seu filho seja um bebê ou uma criança mais nova, termine a ligação o mais rápido que puder, e tente remarcar para o mais próximo possível.

Mantenha as crianças ocupadas

Separe brinquedos, jogos, sessões especiais de filme ou atividades que possam deixar as crianças engajadas e ocupadas nas suas horas de trabalho. Ao fazer isso, seus filhos não ficarão entediados e não precisarão tanto da sua atenção total. Portanto, será mais fácil se focar em seus atividades do trabalho de forma mais tranquila.

 

Sem dúvidas, a epidemia do COVID-19 pegou a todos de surpresa! Os hábitos tiveram que ser bruscamente mudados. Mas fazer refeições saudáveis é prioridade para conseguir uma boa imunidade

A pandemia de coronavírus pegou o mundo todo se surpresa. Além do pânico causado pelo surgimento inesperado do vírus, as medidas de segurança fazem a população ter que se readequar e criar hábitos novos, muito diferentes daqueles a que estão habituados. Porém, manter a saúde e a imunidade alta em casa pode ser mais tranquilo do que parece. O segredo? Fazer refeições saudáveis.

Pensando nisso, membros do American Society Nutricion separaram dicas para ajudar a manter uma alimentação equilibrada nesse período de reclusão, diminuindo as idas ao supermercado e comendo alimentos saudáveis:

Planeje antecipadamente:

Tente imaginar o que comprar para as refeições como café da manhã, almoço e jantar pelos próximos 5 dias, mais ou menos. Com base nisso, considere as suas necessidades para cada refeição. Leve em consideração os gostos dos seus familiares, a preparação de cada refeição, seus interesses e habilidades culinárias e a energia gasta em cada refeição. Trabalhar de casa pode não necessariamente significar que você tenha mais tempo para cozinhar – especialmente se você te filhos, e nesse momento se tornou necessário distraí-los e ensiná-los, além de atender as necessidades do seu trabalho.

Você tem filhos? Inclua as crianças no planejamento e preparação das refeições, peça ajuda para limpar e ainda os ensine a escrever, incentive-os a ler, a fazer cálculos e a usar a ciência a seu favor.

Pense na nutrição

A mais saudável das refeições tem como base grãos, vegetais e frutas, por isso, sirva esses ingredientes em grandes quantidades! As porções de carne devem ser menores, o que ajuda a diminuir o dinheiro gasto e a manter a gordura saturada em bons níveis.

Faça uma lista de compras

Parece bobo, mas ajuda! Ela te ajudará a não esquecer os itens necessários e ainda te ajuda a não comprar nada por impulso.

Faça um estoque de alguns itens não perecíveis e que ficarão frescos por uma semana ou mais

Dessa forma você evitará sair sem necessidade e terá sempre à mãos tudo que precisa para se alimentar bem. Mas lembre-se de comprar sempre com moderação para manter os alimentos em estoque para todos!

Alguns itens que podem ser comprados e que duram bastante no estoque são: pão, grãos num geral, frutas, vegetais, molhos, suco 100% da fruta, leite, ovos, feijão, legumes, arroz etc.

Evite comprar alimentos congelados

Esse tipo de alimento possui uma quantidade grande de sódio, gordura e caloria. Tente sempre comer alimentos frescos.

Coloque um limite no número de alimentos tentadores

Coisas como batata chips, refrigerantes num geral, biscoitos e sorvete possuem uma grande quantidade de gordura e açúcar. Além disso, costumam ser alimentos caros, que vão deixar suas compras mais pesadas. E isso nos leva à:

Mantenha seus gastos baixos!

Considere alternativas de pouco gasto. Ao invés de comprar itens já prontos, compre os itens e faça as receitas em casa. Tente fazer uma refeição sem carne. Pequenas mudanças assim podem te ajudar a manter o orçamento no limite, principalmente nesses tempos de pandemia.

Pense nos seus amigos, vizinhos e principalmente nos adultos que possuem alguma predisposição ou fazem parte do grupo de risco

Se você puder, ajude-os e aproveite a sua ida ao mercado para comprar algo que eles estejam precisando, evitando que eles vão a rua, e ajudando a mantê-los seguros em casa.

Opte por comprar pela internet sempre que puder

Isso te ajudará a poupar tempo e a manter a distância segura entre as pessoas, e assim você não correrá riscos de se expor ao vírus. Mas se assegure de comprar antecipadamente, muitas lojas precisam de um dia ou dois para entregar um pedido, dependendo da demanda.

Enquanto estiver no mercado, use álcool em gel!

Limpe frequentemente suas mãos depois de pegar em itens muito usados, como carrinhos de compra ou latas de lixo.

Se prepare para o inesperado

Muitos mercados estão com pouco estoque. Leve suas ecobags e esteja preparado para o caso de não encontrar algum dos itens que você procura.

Pague por aproximação sempre que possível

Muitas bandeiras de cartão já possuem a função contacless aqui no Brasil. Prefira pagar dessa forma para não ter que colocar os dados nos botões ao digitar sua senha. Por fim, use sempre o álcool em gel para desinfetar a sua mão e seu cartão após o uso.

O cenário pode parecer ruim, mas com cuidado e planejamento, é possível enfrentar essa crise da melhor maneira possível! Não esqueça de colocar suas roupas para lavar ao chegar em casa, e de lavar sua mão e pulsos bem com água e sabão para eliminar possíveis vestígios do vírus. Com pequenas medidas você poderá se prevenir e cuidar da sua saúde e de todos a sua volta!

 

Fonte: American Society for Nutricion

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A preocupação com a transmissão do COVID-19, aumentou em muito. As maiores dúvidas são sobre a transmissão do coronavírus. Saber quanto tempo o vírus fica em superfícies é imprescindível para se prevenir

Um estudo recente descobriu que o coronavírus, COVID-19, pode sobreviver até quatro horas em cobre, até 24 horas em papelão e entre dois a três dias em plástico e aço inoxidável. Além disso, os pesquisadores também descobriram que esse vírus pode permanecer como gotas no ar por até três horas antes de caírem nas superfícies. Mas na maioria das vezes eles caem rapidamente.

Ainda não sabemos muito sobre como condições diferentes, como exposição à luz solar, calor ou frio, podem afetar esses tempos de sobrevivência do vírus. A transmissão do vírus se dá através de gotículas ou secreções contaminadas, que podem se instalar em diversos objetos e superfícies

Portanto, o recomendado é continuar a seguir as recomendações de limpar superfícies e objetos que são frequentemente tocados no dia a dia. Por exemplo, balcões, mesas, maçanetas, utensílios de banheiro, banheiros, telefones, teclados, tablets e mesas de cabeceira. E não esquecer de limpar sempre as mãos com sabão ou álcool em gel 70.

Se as superfícies estiverem sujas, o ideal é higieniza-las primeiro com detergente e água e depois desinfectá-las. Alguns produtos recomendados para higienizar os ambientes e matar o coronavírus são:

Para a higiene das mãos o ideal é lavar as palmas por 20 segundos com água e sabão depois de tocar em objetos que são utilizados por muitas pessoas, como botões de elevadores, corrimãos e maçanetas. Igualmente importante é limpar as compras depois de ir ao supermercado e os sapatos após ir a lugares onde possa ter entrado em contato com superfícies infectadas.

 

Fonte: Harvard Health Publishing

A situação é nova, e como tudo que é novo, assusta. Mas não há motivo para pânico! É importante se informar sobre o Coronavírus e entender o que transmite ou não a doença e a melhor maneira para se prevenir, sem cair em achismos

Os casos do novo Coronavírus começaram a ser relatados ano passado na China e rapidamente se espalharam ao redor do mundo. De janeiro para cá foram confirmados mais de 82 mil casos em 50 países e territórios. Hoje o vírus tem se espalhado principalmente na Coreia do Sul, Irã e Itália. Os casos da China seguem diminuindo aos poucos, mas ainda há novos casos sendo registrados diariamente.

Portanto, a expectativa para o vírus chegar ao Brasil era alta. Ao todo, 54 casos já haviam sido descartados pelo governo brasileiro. Porém, o primeiro caso no Brasil foi confirmado pelo Ministério da Saúde na última quarta, 26 de fevereiro, em São Paulo. Segundo o Ministério da Saúde, há um esforço conjunto com a Secretaria de Saúde de São Paulo para monitorar os familiares e notificar aqueles que estavam no mesmo voo e hospital que o paciente.

Para evitar as desinformações que correm soltas pela internet, separamos as maiores dúvidas sobre o vírus e as respostas do Ministério da Saúde sobre para te manter informado sobre como a transmissão acontece e quais as melhores maneiras de se prevenir.

 Coronavírus, o que é e como surgiu?

O vírus Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. Os primeiros vírus desse tipo foram reconhecidos pela primeira vez em 1937, porém só em 1965 ele foi descrito como coronavírus, por sua forma microscópica parecida com uma coroa. A epidemia do vírus teve início no último ano na cidade de Wuhan na China e se propagou rapidamente pelo mundo.

Quais são os sintomas?

Febre, tosse seca, dificuldade de respirar, e, se assemelhando a um resfriado, o quadro pode variar de leve a moderado. Em casos mais graves pode causar infecção no trato respiratório, como por exemplo pneumonia. É importante que, caso você apresente os sintomas, procure um serviço médico para que seja feito o diagnóstico correto.

Como é feito o diagnóstico?

A partir da coleta de materiais respiratórios, como aspiração de vias aéreas ou indução de escarro. São coletadas duas amostras, que serão então encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública, onde serão examinados por meio de exames de biologia molecular.

Como é o tratamento?

Como não existe um tratamento específico para a infecção, o indicado é repouso e beber bastante água. Além disso o médico pode indicar o uso de medicamentos para dor e febre, dependendo do caso. Por isso é importante procurar ajuda profissional assim que os primeiros sintomas surgirem.

Como prevenir?

Com algumas dicas e cuidados básicos você pode se prevenir dessa e de outras infecções causadas por vírus respiratórios:

Saiba mais:

Quais doenças você pode ou não pegar durante o beijo?

Por quanto tempo o vírus da gripe pode sobreviver nas superfícies?

3 alimentos que te ajudam a combater gripes e resfriados

Muitas pessoas se perguntam se aproveitar o Carnaval e não perder a saúde é possível. A resposta é sim! Veja essas dicas e saiba como aproveitar a folia sem sofrer

O Carnaval é época de alegria e diversão! Para aqueles que esperam ansiosamente pela data para tirarem suas fantasias do armário, jogar um glitter no corpo e fazer coro às marchinhas cantadas pelos blocos ao redor da cidade, esse é o momento de maior felicidade do ano! Por ser uma época atípica e de festa, é normal que as pessoas se esqueçam de alguns cuidados básicos de saúde. Portanto, reunimos algumas dicas que podem ajudar a te manter bem e saudável nos dias de folia:

Não esqueça de passar o protetor solar

O protetor solar deve ser item básico na bolsa de todo folião. Por passar muito tempo na rua, e muitas vezes embaixo de sol, é importante que o protetor solar esteja sempre ao alcance. Passe bastante, principalmente nas áreas que ficarão expostas, como rosto, pernas e braços, e reaplique de tempos e tempos. Além de evitar o câncer de pele, o protetor vai te ajudar a evitar as marcas de roupas e acessórios que podem ficar na sua pele.

Coma bem antes de sair de casa

Saco vazio não para em pé, já diziam os mais velhos. Por isso, coma uma refeição reforçada antes de sair em casa. Se alimentar bem ajuda a dar a energia necessária para curtir a maratona de blocos e evitar que a diversão termine cedo. Faça refeições leves e evite a ingestão de alimentos gordurosos. Prefira alimentos ricos em vitaminas e fibras. E não esqueça de levar uns petiscos para manter a alimentação durante o dia!

Use sapatos e roupas confortáveis

A maratona de trios elétricos e blocos é grande, e muitas vezes te leva a cruzar a cidade toda. Portanto é importante que esteja confortável nas roupas que escolher. Opte por tênis, ou calçados fechados que aguentem bem a intensa rotina, e roupas leves e frescas, como shorts folgados, tops ou croppeds, que deixem o seu corpo respirar e que não te incomodem ao longo do dia.

Use doleiras ou pochetes

Acessórios como doleiras e pochetes são fofos, práticos e bem úteis para se usar no carnaval. Existem opções coloridas dos dois que ainda podem te ajudar a complementar o look. Deixe-as sempre bem junto ao corpo, de preferência com o zíper para frente, assim você evita qualquer dor de cabeça e pode curtir a festa sem medo.

Não esqueça seus documentos

É importante sempre andar com seu documento de identidade, ou qualquer outro documento de identificação. Assim, caso aconteça alguma coisa, será uma maneira fácil de conseguirem te identificar. Além disso, você pode colocar junto da identidade, ou no seu celular, o contato de quem contatar em caso de acidentes.

Use camisinha sempre!

Pular carnaval é ótimo, mas se prevenir é melhor ainda! A camisinha é o único método contraceptivo que além de evitar gravidez, ainda protege contra as DSTs. Então é importante que ela seja utilizada sempre que se tenha relações sexuais. Pensando nisso, o Ministério da Saúde se planejou para distribuir 128 milhões de camisinhas. Para pegar é fácil e rápido, só comparecer a unidade de saúde mais próxima da sua casa. Então sem desculpas, seja a camisinha masculina, ou a feminina, leve sempre uma com você e esteja sempre protegido.

Descanse muito

São 4 dias de folia e o corpo pode ficar desgastado a rotina intensa. E, inegavelmente, o sonho é essencial para aguentar bem e conseguir aproveitar todos os dias. Dormir mal te ajuda a ganhar peso, prejudica a saúde mental e, segundo especialistas, ainda faz o corpo não produzir os hormônios necessários para um bom funcionamento do organismo.  Portanto, tenha um boa noite de sono, de preferência 8 horas, e assim você poderá curtir o dia inteiro feliz e com disposição renovada!

 

Saiba mais:

https://www.jamudei.com.br/beleza/780-2-exercicios-para-fortalecer-as-pernas-para-o-carnaval

https://www.jamudei.com.br/saude/801-7-dicas-de-pierre-dukan-para-nao-ganhar-peso-no-carnaval

https://www.jamudei.com.br/saude/1553-10-alimentos-que-combatem-a-ressaca-pos-carnaval

Todo mundo precisa comer. Isso é óbvio. Mas existe quem viva para comer e não coma para viver. Será que essas pessoas são viciadas em comida? É realmente possível que isso exista?

“A dependência alimentar não é universalmente reconhecida pelos profissionais da área médica, mas existem profissionais que acreditam, com base em sua visão das pesquisas atuais, que é um conceito que tem utilidade”, diz Chevese Turner, diretora de política e estratégia da National Eating Disorder Association dos EUA (NEDA).

Ao contrário do alcoolismo ou do vício em narcóticos, você não encontrará a dependência alimentar no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. No entanto, você encontrará programas semelhantes aos Alcoólicos Anônimos que tratam desse mal. Apesar do vício não ser reconhecido na comunidade médica, existem pessoas tentando “consertá-lo”.

E tudo ainda é bastante recente. Segundo o Dr. Dráuzio Varella, por meio de seu blog, a primeira descoberta relevante no campo da obesidade só aconteceu nos anos 1990, quando Coleman e Friedman relataram que certos ratos obesos eram insaciáveis, porque apresentavam um defeito genético nas células do tecido adiposo, que as tornava deficientes na produção de leptina – hormônio ligado à inibição do apetite.

Ou seja, ainda estamos engatinhando em termos científicos quando se fala sobre obesidade e problemas de desordem relacionada à comida. Alguns especialistas em distúrbios alimentares temem que um plano de tratamento que peça a supostos dependentes de alimentos que se abstenham de certos alimentos poderia estimular uma alimentação desordenada.

Os “sintomas” da dependência alimentar, de acordo com o Food Addicts Anonymous, são um pouco questionáveis. O site pergunta: “Você já tentou dietas diferentes ou programas de emagrecimento, mas nenhum funcionou de forma permanente? Você come em casa para ninguém ver você? Você evita interações sociais porque você acha que não parece bom o suficiente ou não tem as roupas apropriadas? ”

Todo gordo é viciado em comida?

A diferença entre pesquisa e fatshaming (quando se tenta envergonhar alguém por estar acima do peso) pode ser sutil a ponto de não conseguir ser percebida. Vivemos em uma cultura que policia a ingestão de alimentos e envergonha e intimida pessoas “acima do peso”.

Mas isso quer dizer que toda pessoa com alguns quilos além do padrão estético vigente é, na verdade, viciada em comida? Claro que não.

Outros sintomas listados por Food Addicts Anonymous parecem mais legítimos. “Você se viu vomitando, usando laxantes, diuréticos ou se exercitando muito para evitar um ganho de peso depois de ter comido muito?”, pergunta o site. Esse tipo de sintoma certamente aponta para uma alimentação desordenada, se não um vício alimentar.

Talvez o distúrbio alimentar mais próximo à dependência alimentar seja o distúrbio da compulsão alimentar. Mas não são a mesma coisa. “A dependência alimentar é definida como causando uma preocupação com alimentos que proporcionam prazer intenso e aumenta a dopamina como drogas, álcool, compras, jogos de azar”, diz Turner.

No tratamento da dependência alimentar, a restrição não apenas não é abordada, como também é encorajada, diz Turner. Enquanto os especialistas em distúrbios alimentares concordam que alguns alimentos são projetados para serem tão saborosos e viciantes quanto possível (como as batatas fritas industrializadas) muitos temem que o conceito de dependência alimentar possa ser mais prejudicial do que útil.

Como entender?

Segundo Dráuzio Varella, o comer compulsivo é um padrão recorrente, frequente e que vem junto com a perda do controle. Ou seja, alguém que ingere grandes quantidades de alimentos de maneira rápida e não consegue parar de comer. Caso isso ocorra mais de duas vezes por semana, é preciso ficar alerta, é um sinal de compulsão.

Livre-se da compulsão alimentar

Talvez o principal passo para se livrar da compulsão alimentar seja mudar a relação que se tem com a comida e a raiz do que faz com que a comida se torne um escape.

Muita gente come suas emoções e acaba extrapolando em momentos de raiva, tristeza, estresse. E quando isso se prolonga, a dependência emocional da comida fica cada vez mais arraigada.

Outro fator que leva à compulsão é a proibição. Afinal, o proibido é mais gostoso. Cada vez mais comuns no dia a dia de muitas pessoas, as dietas restritivas, por exemplo, levantam o seguinte questionamento: fazemos do alimento um aliado ou um inimigo?

A nutricionista Marcia Daskal comenta: “A ciência da nutrição já passou por diversas fases. Ovos, pães, manteiga, leite e muitos outros alimentos já foram vistos como vilões da nossa dieta. A comida virou tema científico, com quantidade, jeito certo de preparar e de consumir”.

Com tantas recomendações sobre o que deve ser ingerido, além das proibições, a informação que chega ao consumidor dificulta sua educação e autonomia no momento de definir o que pode ser incluído na rotina, e como isso deve ser feito – e isso vale principalmente para aqueles alimentos que proporcionam a sensação de prazer.

“Sentir-se feliz com a comida e com o próprio corpo não é uma realidade tão distante de nós a ponto de não podermos mudar o rumo da nossa alimentação. Quando foi que deixamos de levar marmita da festinha, com bolo e brigadeiro, para levar marmita para a festa? Comer não tem que ser chato e nem científico”, afirma a nutricionista.

Isso não significa que o caminho contra a compulsão é simples. Nem sempre é possível trilhar essa jornada só. Portanto, busque ajuda multidisciplinar de psicólogos, nutricionistas e médicos. Afinal, sua saúde vale mais que tudo.

Fonte: Health Magazine.

Caminhadas beneficiam a saúde cardiovascular e são ideais para quem está começando a praticar exercícios

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, homens e mulheres ainda precisam apostar mais na prática de exercícios físicos para garantir um futuro mais saudável, e começar apostando em caminhadas pode ser o ideal.

“A realização de exercícios melhora a disposição e a autoestima, além de reduzir o peso e diminuir a incidência da hipertensão arterial. É um ciclo de bem-estar para a saúde, alimentado pela endorfina”, enumera o cardiologista Costantino Costantini, diretor geral do Hospital Costantini, de Curitiba.

Fazer exercícios melhora a capacidade funcional do indivíduo e a sua qualidade de vida.

Para quem não está acostumado, começar com leves caminhadas pode ser o estímulo necessário para uma rotina mais saudável.

Por que começar a caminhar?

Caminhadas são atividades democráticas. Para fazer caminhadas não é necessário pagar nada , e ainda é um exercício fácil de incluir na sua rotina.

Além do baixo impacto, a caminhada é indicada para pessoas que querem iniciar a prática de atividades físicas, e pode ser o impulso para outras práticas, como a corrida.

Exercícios aeróbios são aqueles de maior benefício ao coração , com repetições de movimentos, pois, auxiliam no combate aos fatores de risco modificáveis como: obesidade, hipertensão e outros. Ao fazer caminhadas por 30 minutos ao dia você reduz o risco de ter uma doença coronária em 19%.

Ao caminhar frequentemente, você também melhora a força dos músculos da sua perna. Para potencializar o exercício, tente fazer caminhadas em colinas ou áreas que tenham um incline.

Isso porque, caminhar melhora o condicionamento físico, além de ser comprovadamente uma arma contra a depressão. Igualmente, ao fazer caminhadas você queima calorias, melhora sua imunidade e dá um up no seu ânimo. Por isso, separe suas roupas de exercício, calce e tênis e comece hoje mesmo a se exercitar!

A cafeína é a droga mais popular e amplamente utilizada no mundo. E muitos dizem que seu consumo pode estar ligado a crises de ansiedade, mas será que isso é verdade? Descubra

De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, cerca de 31% dos adultos americanos experimentarão, em algum momento de suas vidas, um transtorno de ansiedade. Um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou o Brasil como o país mais ansioso da América Latina – 9,3% da população brasileira possui o que se chama Transtorno de Ansiedade Generalizada. Mas será que a cafeína pode afetar – ou até mesmo causar – a ansiedade?

Café x ansiedade

Existe, sim uma associação entre ingestão do estimulante e saúde mental.

De fato, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) – guia publicado pela Associação Americana de Psiquiatria e usado por profissionais de saúde para o diagnóstico de transtornos mentais – atualmente lista quatro desordens relacionadas ao composto:

Um estudo de 2008, publicado no Journal of Neurochemistry, mostrou como a cafeína aumenta o estado de alerta, bloqueando uma substância química do cérebro chamada adenosina, que faz com que você se sinta cansado e, ao mesmo tempo, desencadeie a liberação de adrenalina que aumenta a energia.

Se a quantidade de cafeína é alta o suficiente, esses efeitos são mais fortes, resultando em ansiedade induzida por cafeína. Embora existam benefícios mentais gerados pelo uso da cafeína, altas doses são conhecidas como fonte confiável de indução de sintomas de ansiedade. Pessoas com transtorno de pânico e transtorno de ansiedade social são especialmente sensíveis.

Um outro estudo publicado em 2005 observou que o consumo excessivo de cafeína pode levar a sintomas semelhantes a condições psiquiátricas, incluindo distúrbios do sono, aumento da hostilidade, ansiedade e sintomas psicóticos.

Sintomas de ansiedade e sintomas de cafeína

De acordo com a Harvard Medical School, o uso de cafeína pode imitar os sintomas da ansiedade. Alguns desses sintomas mais comuns são:

Abstinência de cafeína

Se você está acostumado a consumir regularmente cafeína e para abruptamente, pode sentir sintomas de abstinência, como:

A abstinência de cafeína não é considerada perigosa, mas pode ser difícil e angustiante para quem está acostumado a consumi-la regularmente.

Se você se considera viciado em cafeína, mas quer ou precisa abdicar da substância, uma saída é reduzir o consumo gradualmente, incluindo dormir e se exercitar o suficiente e manter-se hidratado.

Quanta cafeína você está consumindo?

A concentração de cafeína varia de acordo com o tipo de bebida, a quantidade e o estilo de fermentação.Abaixo estão as faixas de conteúdo de cafeína em bebidas populares:

Quanta cafeína tem na sua bebida?

Quanta cafeína é cafeína demais?

De acordo com a Food and Drug Administration (FDA), o consumo de 400 miligramas por dia, o que é equivalente a cerca de 4 xícaras de café, normalmente não resulta em efeitos negativos ou perigosos para adultos saudáveis.

Mas a federação também estima que cerca de 1.200 mg de cafeína podem resultar em efeitos tóxicos, mesmo em adultos saudáveis, como convulsões.

Ao analisar esses números, lembre-se de que há grandes variações nas sensibilidades das diferentes pessoas quanto aos efeitos da cafeína e a velocidade com que elas são metabolizadas.

Afinal, cafeína gera ansiedade?

Há uma associação entre ambos, incluindo transtorno de ansiedade induzido por cafeína. No entanto, para a maioria das pessoas, a ingestão moderada de cafeína é segura e pode trazer benefícios.

Reduzir ou eliminar rapidamente a cafeína de sua dieta pode levar a sintomas de abstinência, que também podem gerar ansiedade.Se você sentir que sua ansiedade está aumentando devido à cafeína, ou se estiver se sentindo ansioso, fale com seu médico sobre a quantidade certa para você.

Fonte: Healthline

Anda na seca há algum tempo? Isso não causa apenas carência, a falta de sexo afeta todo o corpo

Se você está passando por um período de abstinência sexual, cuidado. Tornar-se celibatária após ter uma vida sexual é diferente de nunca ter feito sexo. Se você teve relações sexuais antes e agora não mais você está mais propensa a sentimentos como o de decepção e depressão, mas existem outras consequências físicas e mentais negativas de passar um longo período de tempo sem fazer sexo, conheça algumas delas:

1. Você não vai ficar mais “apertada”

Abster-se de sexo não te deixa “mais apertada”. Isso é um mito. A sensação de ter a vagina mais estreita não é influenciado pelo seu número de parceiros sexuais, e ter uma pausa forçada não re-virginiza você. E o seu hímen não volta a crescer, não importa o que você possa ter ouvido no salão de beleza. No entanto, os tecidos da vagina podem sair do hábito de relaxar em resposta à excitação ou inserção, e podem, então, precisar ser treinados novamente para a próxima vez que tiver relações sexuais. Não se preocupe; eles vão se lembrar.

2. Os homens são mais propensos a ter disfunção erétil

Abstinência parece aumentar a probabilidade de disfunção erétil nos homens. Há também a possibilidade de que ejaculações regulares podem ajudar um homem a evitar o câncer de próstata. Mas isso é possível mesmo sem uma parceira.

3. Seu sistema imunológico fica mais vulnerável

Parece que a atividade sexual, na verdade, contribui positivamente para a função imune do seu corpo. Nas mulheres, isso acontece para facilitar o ato de engravidar. Portanto, ficar sem sexo te impede de receber esses benefícios e você pode ser mais propensas a doenças e infecções.

4. Sua libido pode cair

Alguns especialistas são defensores de que a atividade sexual regular é uma forma de “atiçar o fogo” da sua libido, com isso há a crença de que um período de abstinência tende a diminuir o desejo sexual ao longo do tempo, porque o corpo fica imune à resposta hormonal à excitação. Outros discordam, porém, por isso pode ser uma questão pessoal, que depende de suas próprias experiências sexuais.

5. Você pode ficar mais estressada

Este é mais um daqueles casos em que a ligação entre aspectos positivos (sexo regularmente e estresse) torna-se um negativo (sem sexo e reações de estresse mais elevados). Estudos descobriram que as pessoas que não têm relações sexuais regulares têm picos mais elevados de pressão arterial em resposta ao estresse do que pessoas que fazem sexo com frequência.

6. Sua saúde cardiovascular pode sofrer

Uma boa vida sexual está fortemente ligada à saúde cardiovascular, e entrar num período de seca acaba com esse impulso hormonal e aeróbio. Ainda dá para recompensar na esteira, mas é algo a considerar.

7. Você pode levar mais tempo para ficar molhada

Acontece que o sexo regular é basicamente uma forma de treinar seus órgãos sexuais, portanto, ficar um tempo sem significa que eles ficarão mais “lentos”. Especialistas em saúde sexual apontam que o processo de lubrificação de excitação (em que a sua vulva e vagina ficam molhadas) se beneficia de regularidade e se você parar por um tempo , pode precisar de um pouco de ajuda extra.

8. Você reduz drasticamente o risco de infecções urinárias e DSTs

Finalmente, uma boa notícia. A parte das doenças sexualmente transmissíveis pode não ser uma surpresa, mas as infecções do trato urinário são muitas vezes causadas pela transferência de bactérias para o trato urinário durante o sexo (em particular a partir do ânus). Assim, uma vida livre de sexo irá mantê-la segura. Você pode, no entanto, pegar várias doenças sexualmente transmissíveis e infecções urinárias a partir do contato não sexual, portanto, a proteção não é completa.

9. Você não vai ser tão inteligente como você poderia ser

Os cientistas demonstraram que a atividade sexual aumenta o crescimento dos neurônios no hipocampo do cérebro. Um motivo nobre para voltar à ativa.

• Com informações da Bustle

Beijar é gostoso mas pode ser perigoso. Conheça as doenças do beijo

Beijar muuuuuuuuuuuuuuito parece ser o lema de várias pessoas. Mas como quantidade não é qualidade, atente para as doenças que podem ser causadas por tanta beijação.

Herpes

A Herpes bucal (HSV-1) é uma doença simples, mas incurável. Cerca de dois terços da população mundial com menos de 50 anos tem herpes simplex 1 (HSV-1), que é conhecido como o tipo oral de herpes, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

Se você estiver beijando alguém com lesões na boca (qualquer uma, mesmo a quase imperceptíveis) as membranas mucosas tornam o herpes mais fácil de transmitir. Então, se alguém que você está beijando tem HSV-1, você pode pegar. Inclusive no sexo oral.

Sífilis

A sífilis é uma condição altamente infecciosa e uma de suas características é o desenvolvimento de feridas na boca. As feridas tornam a sífilis transmissível através do beijo. O beijo não é a maneira mais comum de transmitir sífilis – o sexo oral, anal e vaginal ainda é mais alto. Mas as taxas de sífilis estão atualmente aumentando, portanto, cuidado.

Meningite

Algumas meningites são causadas por bactérias, enquanto outras surgem por causa de vírus (incluindo o vírus do herpes). O contato próximo com uma pessoa que tem meningite viral pode resultar em contaminação, mas é improvável que ele se transforme em meningite.

A meningite bacteriana é geralmente o tipo associado a surtos porque as bactérias podem se espalhar através de contato próximo, incluindo beijos, mas ao contrário da variedade viral, a bactéria é mais propensa a causar meningite no hospedeiro. Os sintomas incluem torcicolo, febre e dor de cabeça.

Mononucleose infecciosa

Ah, a chamada “doença do beijo”! Ele definitivamente merece seu apelido, porque é causada por um vírus facilmente transmitido através do beijo. Um de seus sinais é fadiga intensa, embora outros incluam dor de garganta e inchaço dos gânglios linfáticos. Segundo a Clínica Mayo, “o tratamento envolve principalmente repouso, boa nutrição e ingestão de muitos líquidos.

Gengivite

Beijar não envolve apenas a troca de saliva – embora, por mais que isso não pareça engraçado quando você não está realmente fazendo isso – também inclui a troca de bactérias com a outra pessoa. Dependendo de ambos os seus hábitos de saúde bucal, essa bactéria pode causar gengivite.

Gripes e resfriados

É claro que a troca de secreções com outra pessoa que esteja gripada ou resfriada pode resultar no mesmo para quem a beijou.

O que (provavelmente) não pega?

Embora as chances de passar infecções como gonorréia, clamídia e HIV através da saliva não valham a pena se preocupar, isso muda se um de vocês tiver um corte ou dor na boca. Toda vez que há uma ferida aberta e / ou presença de sangue, teoricamente uma infecção pode ser transmitida por via oral.

Por isso, mesmo que seja improvável, não é impossível, então beije com critério e brinque o Carnaval com segurança. Ah, e use camisinha!

Seu bichinho de estimação é muito mais do que apenas uma ótima companhia, é uma bomba de amor e boa saúde

Cachorros, gatos, porquinhos da índia, peixes, coelhinhos são fofos e todo mundo ama (e quem não ama, desconfie) e toda a alegria que esses fofinhos nos trazem vem com muitas consequências boas para a saúde.

Há uma série de benefícios comprovados para as pessoas, incluindo melhorias físicas, mentais e emocionais, desde o aprimoramento de habilidades sociais até a redução do risco de ataque cardíaco. Continue lendo para descobrir cinco razões para abrir sua casa para um amigo peludo e por que isso pode ser exatamente o que o médico receitou.

1. Afasta as alergias

É isso mesmo! Vários estudos demonstram que ter um animal de estimação em casa pode diminuir a probabilidade de uma criança desenvolver alergias relacionadas em até 33%. Segundo pesquisa publicada no Journal of Allergy e Clinical Immunology, crianças expostas precocemente a animais tendem a desenvolver sistemas imunológicos mais fortes em geral.

Embora isso possa não significar muito para adultos que já estão sofrendo com alergias de longa data, é uma boa notícia para as famílias em que isso já não é um problema estabelecido, mas apenas uma preocupação sobre o que poderia acontecer no futuro.

2. Sua vida social ficará agitada

Um dos benefícios da posse de animais de estimação é que podem ser um quebra-gelo instantâneo. Os animais de estimação são uma ótima maneira de melhorar suas habilidades de socialização, especialmente com outros donos de animais. Embora às vezes as pessoas possam ter dificuldade em se conhecer, os animais de estimação podem ser o denominador comum que os ajuda a se conectar – mesmo entre pessoas que não parecem muito compatíveis. E com isso você pode fazer novos amigos.

3. Coração com amor e saúde

Um animal de estimação pode encher seu coração de amor e também ajudar a melhorar a saúde geral desse órgão. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e do Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos realizaram estudos relacionados ao coração em pessoas que têm animais de estimação.

As descobertas mostraram que os donos de animais exibem níveis reduzidos de pressão arterial, colesterol e triglicérides – que podem minimizar o risco de um ataque cardíaco no futuro. Para aqueles que já sofreram um ataque cardíaco, a pesquisa também indica que pacientes com um cão ou um gato tendem a ter melhores taxas de recuperação.
Acredita-se que esses benefícios estejam relacionados à tendência dos animais de estimação de ajudar a reduzir ou pelo menos controlar os níveis gerais de estresse de seus proprietários.

4. Xô, sedentarismo!

Precisa de um pouco de motivação para se exercitar? Os cães podem ser o personal trainer perfeito, mesmo porque a maioria deles precisa ser levada para passear várias vezes ao dia. De acordo com estudos como os conduzidos pelo Instituto de Bem-Estar do Northwest Memorial Hospital, as recompensas podem incluir perder – ou pelo menos manter – o peso.

Pesquisas conduzidas pelo Instituto Nacional de Saúde também apóiam essa afirmação – incluindo um estudo com mais de 2.000 adultos, que descobriu que os donos de cães responsáveis por passear com seus filhotes são menos propensos a serem obesos do que os donos de cachorros que passam a tarefa para outra pessoa. ou aqueles que não possuem cães.

5. Menos tristeza

Animais de estimação são uma ótima maneira de vencer a tristeza. Não só eles são conhecidos por oferecerem amor incondicional, mas também podem dar aos seus donos um senso de propósito, que pode ser crucial para aqueles que se sentem deprimidos. Os animais de estimação também combatem sentimentos de solidão, proporcionando companheirismo, o que pode impulsionar o seu humor em geral e até mesmo trazer-lhe sentimentos de alegria e felicidade. Isto é particularmente evidente entre os grupos como doentes e idosos.

Gosta de passear no parque? Isso pode causar benefícios imensos para a sua saúde se feito com regularidade

Um passeio no parque pode ser um motivo para ótimos momentos. Exercícios ao ar livre podem render brincadeiras com as crianças, uma corrida energizante ou apenas um encontro com amigos para um piquenique ou algumas pedaladas. Mas, além de toda a alegria que um parque pode trazer, esse passeio pode beneficiar ativamente a sua saúde.

Um estudo encomendado ao Instituto de Pesquisa Econômica e Social pela Agência de Proteção Ambiental na Irlanda apontou que ir a um parque duas vezes por semana pode render benefícios para a saúde pessoal, particularmente em termos de bem-estar mental.

A pesquisa discorreu sobre como as pessoas na Irlanda interagem com o espaço verde e também como as pessoas podem tirar o melhor dessa interação e como poderiam acontecer incentivos para que essas atividades fossem cada vez mais frequentes.

O projeto irlandês entrevistou 1.050 adultos entre fevereiro e maio de 2018 sobre a frequência com que visitaram espaços verdes. Eles foram então solicitados a avaliar sua própria saúde física e mental e uma correlação foi traçada entre dois conjuntos de dados complexos.

Enquanto duas idas ao parque por semana apontaram oferecer benefícios significativos para a saúde, qualquer aumento nessa quantidade só melhorou um pouco os resultados.

Atividade moderada?

É claro que uma caminhada no parque, mesmo que em nível leve de atividade, faz muito bem. Mas, segundo o Dr. Gianluca Grilli, responsável pela pesquisa, vale lembrar que as visitas ocasionais a um parque que não podem substituir a academia, por exemplo.

Apresentando alguns resultados iniciais a um ambiente, o Dr. Grilli observou várias pesquisas que mostram como o hábito de frequentar espaços verdes pode ajudar a combater a obesidade e o estresse, além de melhorar a satisfação com a vida e a longevidade.

Qual é o melhor tipo de parque?

Os entrevistados também foram convidados a indicar que tipo de espaço verde ou parque eles provavelmente estariam mais inclinados a visitar. Eles receberam seis opções gerais de design, enquanto uma das quatro variações de questionários foi selecionada aleatoriamente para cada respondente.

Os pesquisadores descobriram que uma visão média da instalação ideal incluía recursos hídricos, uma variedade de trilhas para acordar, especialmente as de tamanho médio, e instalações como cafeterias. Por outro lado, houve uma aversão às árvores – possivelmente um reflexo de preocupações de segurança. Talvez aqui no Brasil essa visão tivesse sido diferente, afinal, passear no  parque em um dia de verão sem a sombra das árvores parece uma tarefa inglória.

Até 2050, a ONU estima que cerca de um terço da população mundial viverá em áreas urbanas, um desenvolvimento que traz um foco renovado em como a sociedade usa o espaço aberto.

As vantagens de se estar perto do verde

Não apenas visitas ocasionais a um lugar cheio de verde e natureza podem ajudar a melhorar a saúde das pessoas. Morar em uma localidade com essas características também auxilia muito no combate e prevenção a diversas comorbidades.

É o que explica uma outra pesquisa, um estudo de cinco anos publicado pelo Journal of American Heart Association no fim de 2018. Segundo o documento, quem mora em bairros mais arborizados tem as chances de doenças cardiovasculares diminuída, como infartos e derrames.

Isso pode se dever ao fato de esses moradores apresentarem níveis mais baixos de estresse em comparação a pessoas que moravam em áreas menos verdes. Essas pessoas também apresentaram maior capacidade de regeneração dos vasos sanguíneos, especialmente quando comparadas a pessoas que viviam em distritos industriais.

Em termos práticos, a expectativa de vida de quem mora perto das árvores era de três anos a mais, impulsionada por fatores como:

As novas cidades verdes

Se historicamente as grandes cidades foram projetadas para serem verdadeiras selvas de pedra, estudos como os dois acima apontam para uma necessidade cada vez maior de levar a natureza para perto das pessoas.

Inserir o verde no planejamento urbano de bairros, condomínios e espaços de convivência é, mais do que nunca, uma pauta de saúde pública e de bem-estar comum. Cidades com mais verde reduzem ilhas de calor e diminuem a possibilidade de chuvas torrenciais, que causam alagamentos, enchentes e desabamentos.

A qualidade do ar melhora e as doenças respiratórias passam a ter menor incidência. O que significa menos visitas ao médico, menos remédios e mais qualidade de vida. Além disso, a saúde mental é incrementada, diminuindo condições como o estresse que pode causar males mais sérios, como a depressão e os transtornos de ansiedade.

Um exemplo disso é a cidade australiana de Melbourne, que após viver uma onda mortal de calor e baixas recordes de chuvas que mataram centenas de pessoas em 2009, lançou um programa milionário integrado a política municipal de adaptação às mudanças climáticas. A ação primordial desse plano era o plantio de mudas de árvores.

Com isso a ação conseguiu um o resfriamento da temperatura média da cidade, melhoria da qualidade do ar e redução da incidência de doenças relacionadas ao calor. Mas isso são só alguns deles.

Portanto, resista à tentação de ficar no sofá, vá ao parque, ao bosque, para a pracinha arborizada. Ficar perto da natureza custa pouco e resulta em lucros muito interessantes para a saúde física e mental. E isso não tem preço.

Fonte: Irish Times

Conheça as complicações da fibromialgia, a doença de Lady Gaga, e como ela aparece no nosso organismo, com os principais pontos de dor

Os sintomas de fibromialgia no corpo podem ser descritos como uma dor que irradia por todos os cantos do corpo e que também tem como efeitos a insônia, fadiga, problemas de concentração, formigamentos, dormência, tontura, um desejo de lutar contra tudo o que se move e que não éaliviada por nada, nem mesmo pelos medicamentos mais modernos receitados pelos médicos mais influentes.

Mas você sabe o que é fibromialgia e suas causas? Segundo a literatura médica, a fibromialgia é uma série de distúrbios neuroendócrinos relacionados com o funcionamento do sistema nervoso central e o mecanismo de supressão da dor. Também pode ser uma causa a escassez de serotonina.

A fibromialgia pode ter como gatilhos fatores psicológicos, como estresse pós-traumático causado por um trauma físico, psicológico ou uma infecção grave. O quadro de fibromialgia tem como sintomas iniciais dores localizadas crônicas, que se espalham por todo o corpo. Sabe-se ainda que esses pacientes são mais sensíveis à dor do que as outras pessoas, segundo o neurologista Rogerio Adas, coordenador do Departamento Científico de Dor, da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

A doença, que foi trazida à tona pela cantora Lady Gaga, que luta conta a condição,afeta de 2% a 3% da população brasileira, em mais de 90% dos casos as vítimas são mulheres entre os 30 e 55 anos.

Quem sofre com a fibromialgia, também chamada por muitos de “a doença invisível”, experimenta dores em todo o corpo, mas especialmente em tecidos moles, nas juntas e articulações. Isso faz com que a qualidade de vida dos pacientes que lutam contra essa doença incurável seja severamente diminuída.

É exatamente pelo fato de apresentar tantos sinais e sintomas diferentes em cada paciente, que a fibromialgia é considerada um verdadeiro desafio para a ciência e para a classe médica. “A maior parte das reações do organismo perante alguma mudança relevante tem um princípio adaptativo de proteção à sobrevivência. E esta pode ser uma forma do corpo alertar que algo não vai bem com a mente”, afirma o psicólogo clínico e neurocientista, Julio Peres.

Um cérebro diferente

Observando que essa dor é acompanhada por uma série de sintomas que apontam para o cérebro, tais como insônia, perda de memória, falta de concentração, irritabilidade e dificuldade em falar, aos investigadores têm sido dada a tarefa de examinar o organismo de pessoas com fibromialgia e a conclusão é a de quedeve ser mudada a maneira de abordar este problema a partir da clínica.

Primeiro, uma meta-análise publicada no início deste ano na revista científica “Seminars in Arhritis and Rheumatism” mostrou que pessoas com sintomas de  fibromialgiano corpo apresentam diminuição da massa cinzenta no córtex pré-frontal, cíngulo e hipocampo, além de um aumento deste componente neuronal no cerebelo esquerdo.

Estas áreas do cérebro desempenham um papel crítico na regulação da dor e no caso específico do cíngulo,conhecido por estar associado a atenção à dor e ansiedade gerada isso explicaria as  mudanças no estado de espírito e humor generalizado das pessoas com este mal.

Marco Loggia, do Massachusetts General Hospital e da Harvard Medical School, descobriu que na fibromialgia o cérebro identifica dolorosamente estímulos muito leves. Também foi descoberto que nestes casos as áreas relacionadas com a recompensa que liberam dopamina e dão alívip não são ativadas como em pessoas sem a doença, e isso até mesmo explica em parte o motivo pelo qualos efeitos de analgésicos são desativados por quem tem fibromialgia. O ópio, por exemplo, não funciona nesses pacientes.

Loggia e sua equipe também descobriram uma diminuição na substância cinzenta periaquedutal, uma parte do cérebro que prepara o cérebro para lidar com a dor e antecipa reações que proporcionam alívio.

Outra análise da Universidade de Michigan chamou de “desconhecimento” a condição geral que apresenta o cérebro da fibromialgia. Ele descobriu, por exemplo, que eles têm dificuldade em reter informações sobre mais de uma tarefa, então sua memória de trabalho é afetada. Observou-se também que neles o córtex cerebral recebe muitos estímulos simultâneos, impedindo evitar distrações e se lembrar de eventos recentes, tais quais onde deixou as chaves, por isso é comum que tenham problemas com sua memória episódica.

O tratamento para a fibromialgia

Tratar uma doença que em muitos casos é considerada “invisível” e que tem um diagnóstico bastante complexo, requer atenção especial. Diversas pesquisas e estudos de grupo com pacientes fibromiálgicos revelam que o tripé: medicamento, condicionamento físico e apoio psicológico consiste é o melhor tratamento para controle da doença, seus sintomas e aumento da qualidade de vida dos pacientes.

“Em muitos pacientes, é possível atestar que o controle das crises é muito mais efetivo em pessoas que realizam um tratamento multidisciplinar, com apoio de terapias complementares e de profissionais das áreas da fisioterapia, psicologia, entre outras”, relata Dr. Cláudio Corrêa, neurocirurgião especialista em dor e doutor pela UNIFESP. Para ele “o importante é manter corpo e mente sempre em atividade”.

Outro fator importante para a garantia de bem-estar de quem enfrenta a fibromialgia é ter uma rede de apoio. O neurocirurgião reitera a importância de apoio familiar e de amigos para os fibromiálgicos, especialmente porque os fatores emocionais desencadeados pela doença acabam por aumentar suas crises e intensifica-las e vice-versa, e isso potencializa os quadros de sofrimento, índices de depressão e leva, geralmente, ao isolamento dos pacientes.

Fonte: Hospital Universitário San Ignacio (Colômbia) e Dr. Drauzio Varella

O hábito de beber chá é bastante saudável, mas tomar a bebida muito quente pode não ser, segundo novo estudo

Pesquisadores liderados pelo Dr. Farhad Islami, da American Cancer Society, descobriram que pessoas que têm o hábito de tomar chá, gostavam de sua bebida mais quente que 60 graus Celsius e consumiam mais de 700 ml de chá por dia – cerca de duas xícaras grandes – tinham um risco 90% maior de câncer de esôfago, em comparação àqueles que bebiam menos chá e em temperaturas mais baixas.

O estudo analisou mais de 50 mil pessoas em Golestan, uma província no nordeste do Irã.

Pesquisas anteriores descobriram uma ligação entre o consumo de chá quente e o câncer de esôfago. Este estudo, publicado na quarta-feira no International Journal of Cancer, foi o primeiro a identificar uma temperatura específica, de acordo com os autores.

O câncer de esôfago é o oitavo tipo de câncer mais comum no mundo e muitas vezes é fatal, matando aproximadamente 400.000 pessoas a cada ano, de acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer.

Geralmente é causado por lesões repetidas no esôfago devido a fatores como fumo, álcool, refluxo ácido e – talvez – líquidos quentes.

A equipe de pesquisadores acompanhou 50.045 pessoas, com idade entre 40 e 75 anos, por uma média de 10 anos. Entre 2004 e 2017, os pesquisadores detectaram 317 novos casos de câncer de esôfago.

O estudo disse que mais pesquisas são necessárias sobre por que exatamente beber chá muito quente está associado ao maior risco de câncer de esôfago.

Stephen Evans, professor de farmacoepidemiologia na Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, disse que foi o calor que foi a questão e não o tipo de bebida. “É possível que o trauma leve a alterações celulares e, consequentemente, ao câncer”, disse ele ao Science Media Center. Evans não estava envolvido no estudo.

Fonte: CNN

Ah, o mar…no Dia Mundial da Água conheça os benefícios físicos e mentais que um banho de mar pode oferecer

Hoje é o Dia Mundial da Água, esse bem tão precioso. Dizem que não é a água com açúcar que acalma, é a água salgada do mar que traz mais benefícios. Os espiritualistas dizem que a água do mar é capaz de limpar o espírito. Cientistas comprovam a cada dia que o mar melhora a saúde. E até mesmo a estética começa a se beneficiar com as águas oceânicas.

A lista de benefícios para a saúde da água do mar é tão grande quanto a sua imensidão. A única coisa que a água do mar não faz é hidratar nosso corpo. Mas isso não é nem um ponto negativo em comparação com os benefícios

Embora ainda não comprovada cientificamente, a talassoterapia utiliza água do mar e produtos à base de água do mar feitos de algas, sal marinho, lama, algas marinhas e água do mar para eliminar problemas de pele.

Mas a água salgada tem muitos outros benefícios surpreendentes, quer ver?

1 – Água do mar limpa sua pele

Os sais minerais juntam-se ao sol para regenerar a sua pele. Como resultado, úlceras, lúpus, acne e psoríase são algumas das doenças que podem ser facilmente curadas com a água do mar.

2 – A água do mar fortalece o sistema imunológico

O número de glóbulos vermelhos aumenta entre cinco e 20% após um mergulho ou banho no mar. O número de glóbulos brancos aumenta ainda mais. A água do mar é um medicamento fantástico para pessoas com um sistema imunológico enfraquecido, anemia e altos níveis de açúcar no sangue.

3 – A água do mar atrasa o desenvolvimento do reumatismo

A água do oceano combinada com exercícios é um ótimo remédio para dores ósseas e musculares, artrite, problemas circulatórios e pós-cirúrgicos.

4 – A água do mar reduz e elimina a ansiedade

Porque contém magnésio, a água do mar irá acalmá-lo. As pessoas que vivem uma vida estressante são aconselhadas a ir à praia, não só pela sua atmosfera relaxante, mas também pelas propriedades medicinais calmantes da água do mar.

5 – A água do mar tem propriedades de cicatrização

Por ser rica em sais minerais como o sódio e o iodo, a água do oceano possui ações anti-sépticas e cicatrizantes sobre a pele.

6 – A água do mar melhora a respiração

Pessoas que sofrem de asma, tosse severa, catarro e outros problemas respiratórios devem ir à praia para respirar a brisa e nadar no mar. A água salgada ajuda a eliminar toxinas e outros elementos que atacam os pulmões.

7 – Água do mar limpa o intestino grosso

A ingestão de pequenas quantidades de água do mar facilita a limpeza do cólon, desintoxica o corpo e renova as energias do corpo, especialmente em crianças.

A água do mar traz benefícios para o fígado e rins

A água do oceano acelera o processo de regeneração celular, especialmente aqueles danificados por doenças como a cirrose. Também ajuda a eliminar o excesso de água acumulado no abdômen que ocorre como conseqüência da doença.

A água do mar previne a insônia e reduz os sintomas depressivos

Porque ajuda a normalizar a pressão arterial e trata o nervosismo, um dia na praia o ajudará a dormir melhor e, naturalmente, melhorará seu humor.

Fonte: Daily Mail e Surfer Today

O dia 21 de março é considerado o Dia Internacional da Síndrome de Down, criado para conscientizar sobre a trissomia 21

A síndrome de Down, outrissomia 21, é um distúrbio genético causado pela presença total ou parcial de uma terceira cópia do cromossomo 21.

Ela está tipicamente associada a atrasos no crescimento físico, dificuldade intelectual leve a moderada e características faciais distintas.

Apesar das possíveis dificuldades de aprendizado, o Dr. Javier Miguelez, especialista em medicina fetal, afirma que crianças com essa condição são capazes de aprender, expressar opiniões, emoções, trabalhar e namorar.

A estimulação feita pela família com apoio de uma equipe multidisciplinar é fundamental para o seu desenvolvimento. Os bebês com essa condição demoram mais para sentar, falar e andar, por exemplo. O aprendizado vai depender do estímulo, da persistência e do cuidado. “O imprescindível é não faltar paciência, persistência e afeto”, finaliza.

História

Acredita-se que as pessoas com síndrome de Down sempre existiram. No entanto, não foi até 1866 que o médico inglês John Langdon Down, descreveu pela primeira vez a condição, que levou seu nome.

Característica de quem tem síndrome de Down

A nova moda fitness é beber água de cacto, entenda suas propriedades e veja se você deve apostar nisso

A nova onda de quem busca mais saúde é simples: beber água de cacto. Parece absurdo e meio maluco, mas fora do Brasil muitas empresas já estão comercializando o líquido, inclusive com sabores como pêssego.

A água do cacto é feita da fruta do cacto, ou um pouco de concentrado de uma fruta conhecida como pera espinhosa e água.

“É baixa em calorias (18 calorias por xícara) e contém 4 gramas de carboidratos, sem adição de açúcar e 159mg de potássio”, diz Dana Angelo White, RD, treinadora atlética certificada e autora do Healthy Instant Pot Cookbook.

Mas será que você precisa disso?

Não é ruim para a saúde, segundo a especialista, mas também não é uma bebida tão nutritiva assim. Não há muita informação ou pesquisa sobre os benefícios nutricionais, observa White. “A bebida certamente pode ajudar a hidratar seu organismo, e o teor de potássio pode ajudar com o reabastecimento de eletrólitos”, diz ela. “Mas pode não valer o preço elevado”. Ainda mais no Brasil, em que a bebida é importada.

Por outro lado, segundo a nutricionista Amy Shapiro, da Real Nutrition de Nova Iorque, usar a polpa do cacto, em geleias ou sucos pode ser bastante benéfico. O cacto é rico em fibras e pectina – usada como gelificante em geléias – o que torna a planta uma arma útil na luta contra o diabetes e o colesterol alto.

*Fonte: Daily Mail e Women’s Health (US)

Quem canta seus males espanta e ainda vive uma vida mais longa e muito mais saudável, diz pesquisa

“Cantando eu mando a tristeza embora”, “quem canta seus males espanta”, o ideário popular exalta com frequência as maravilhas que o canto pode fazer pela saúde emocional de quem solta a voz.

Mas cantar também pode ajudar a sua saúde física e até te fazer viver mais!Este é o resultado de uma pesquisa feita em um estudo conjunto entre Harvard e Yale. Eles estudaram a expectativa de vida da população idosa de New Haven, Connecticut.

As razões pelas quais o canto os ajudou a viver mais, era porque eles tinham uma saúde mental melhor, eram menos deprimidos e tinham uma melhora no bem-estar geral.

Outro estudo da Universidade George Washington e do National Endowment for the Arts descobriu que os cantores de um grupo de coral se sentiam fisicamente mais saudáveis, tinham menos consultas médicas e eram menos deprimidos do que um grupo de controle.

Um estudo da Universidade de Londres também mostrou que o canto reduz o estresse ao produzir endorfinas e oferece benefícios físicos ao exercitar os músculos do coração, pulmões, abdômen e costas.

Com isso as pessoas passam a apresentar menos problemas respiratórios, ficam mais felizes e mandam estados mentais como depressão e ansiedade para lá.

Só vantagens, não é mesmo?